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 DailyMotion ganha aplicativo universal para Windows 10
O YouTube é uma das maiores plataformas do mercado de streaming de vídeo, se não a maior. É claro, ela está constantemente competindo com outras gigantes, como a Netflix, Amazon Video e até o Facebook. Porém, o Daily Motion também é um grande concorrente, que infelizmente ficou muito mais popular entre os consumidores dos Estados Unidos. Agora surgiu mais uma opção para os usuários do serviço.
Agora o Daily Motion ganhou uma versão oficial para Windows 10, os consumidores da Microsoft poderão fazer download do aplicativo para computador e dispositivos móveis, já que é um app universal.
Os usuários de ambas plataformas podem usar o aplicativo para assistir vídeos que ficaram populares ao redor do mundo. Aqui no Brasil não são tantos que conhecem a plataforma, mas aqueles que possuem aparelhos da Microsoft podem começar a aproveitar da novidade.
Com o app é possível assistir vídeos em HD e até 4K, seguir os canais favoritos, gerenciar seu canal. O player de vídeos pode ser mudado para seu canto preferido da tela, e é muito simples fazer upload dos seus vídeos na plataforma.
Já é possível fazer download gratuito do aplicativo DailyMotion, os consumidores podem ir na Windows Store. As duas versões estão disponíveis na mesma página, e aproveite que é um aplicativo gratuito.
 
 
 Novo update cumulativo para Windows 10 pode ser liberado na próxima semana sob build 10586.105
A Microsoft liberou recentemente a build 10586.71 do Windows 10 para desktops e dispositivos móveis, fazendo com que os usuários pudessem usufruir de uma série de melhorias e correções de bugs que atrapalhavam a experiência geral de uso. Desde então, começaram os rumores sobre a próxima compilação a ser liberada pela gigante de Redmond, sendo inicialmente especulado sobre a versão de número 10586.104 para smartphones com o Windows 10 Mobile.
Agora, novos detalhes sobre o assunto foram liberados pelo portal Windows Central, demonstrando que a mesma build deve ser liberada também para desktops, o que significa que ela deve fazer parte do novo update cumulativo para o Windows 10. Segundo revelado, na verdade teremos uma edição ligeiramente mais recente do que imaginávamos, sendo comentado sobre a numeração 10586.105 tanto para desktops quanto para dispositivos móveis, garantindo assim uma quantidade ainda maior de melhorias e correções.
Vale lembrar que usuários do programa Insiders estão recebendo compilações do Windows 10 Redstone caso habilitem o ciclo rápido de desenvolvimento em seus computadores, enquanto quem se inscreve nesta opção em smartphones tem recebido a mesma edição liberada pouco tempo depois para os novos Lumia 550, Lumia 950 e Lumia 950 XL. É esperado que a Microsoft comece a disponibilizar builds da geração Redstone do Windows 10 Mobile por meio do programa Insiders em breve, porém isto aconteceria apenas após a liberação pública do sistema para os usuários que contam atualmente com o Windows Phone 8.1.
Ainda não há qualquer comentário oficial sobre a liberação de novas builds, seja por meio do programa Insiders ou como um update cumulativo, restando aguardarmos que mais detalhes sobre o assunto sejam liberados para que possamos saber quando os usuários poderão contar com a novidade e quais serão as melhorias adicionadas pela Microsoft. Considerando que o lançamento público do Windows 10 Mobile é esperado para acontecer durante a MWC 2016, podemos ter uma das últimas compilações antes que a companhia comece a disponibilizar versões voltadas para a geração Redstone dos dispositivos móveis.
 
 
 Especialistas desaconselham patch para Windows 10
A actualização é um mistério, tem semelhanças com o “Get Windows 10 “, e muitos administradores de sistema recusam-se a instalá-la.
Na última quarta-feira, a Microsoft emitiu uma nova actualização, a KB 3123862, para o Windows 10, que surge como opcional. As semelhanças com o problemático “patch” do  ano passado, “Get Windows 10” (KB 3.035.583)l leva muitos especialistas em Windows a desaconselhar a sua instalação.
A actualização, em si, parece inócua. O artigo descrito sobre ela diz apenas que “a actualização adiciona capacidades para alguns computadores permitindo aos utilizadores facilmente aprender sobre o Windows 10 ou iniciar uma actualização para o Windows 10”.
Mas instalando-se o KB 3123862, fica-se  com novas cópias do Explorer.exe do ExplorerFrame.dll, com ficheiros de suporte (ícones e menus, por exemplo); da Shell32.dll, o coração da interface do Windows; e e Authui.dll, que controla processos de autenticação.
Apesar disso ninguém sabe bem para que serve o “patch”.
 
 
 Como ativar o modo de Hibernação do Windows 10
O modo de Hibernação do Windows 10 é uma boa saída para quem deseja desligar o computador sem fechar os programas abertos e recuperar as telas quando voltar a abrir a tampa do notebook. Nela, o sistema salva os dados no disco e desliga a máquina, consumindo menos energia que o modo de Suspensão. Aprenda como ativar a opção Hibernar e incluí-la no menu Iniciar.

Etapa 1. Verificando o suporte à Hibernação e ativando
Passo 1. Pressione as teclas “Windows + X” e, no menu que aparece, selecione “Prompt de Comando (Admin)”;
Passo 2. Na janela que aparece, digite o comando powercfg /availablesleepstates e dê enter;
Passo 3. Observe nos resultados se “Hibernar” aparece como um dos estados disponíveis. Caso sim, pule para a Etapa 2;
Passo 4. Se o modo de hibernação não estiver disponível, digite powercfg /hibernate on e aperte “Enter”.

Nem sempre é possível ativar o modo de Hibernação no computador pois pode haver incompatibilidade dos componentes da máquina ou do BIOS do PC. Verifique isso com o suporte da fabricante, caso não consiga fazer a ativação.

Etapa 2. Adicionando a Hibernação no Menu Iniciar
Passo 1. Pressione novamente a combinação “Windows + X” e clique dessa vez em “Opções de Energia”;
Passo 2. Na tela que se abre, toque em “Exigir senha ao despertar”;
Passo 3. Toque sobre a opção “Alterar as opções não disponíveis no momento”;
Passo 4. Em configurações de desligamento, marque a opção “Hibernar”;
Passo 5. Se quiser editar qual ação seu PC tomará ao fechar a tampa ou pressionar o botão de energia, basta editar as listas destacadas;
Passo 6. Quando terminar tudo, toque em “Salvar alterações”;
Passo 7. Abra o menu iniciar e toque em “Ligar/Desligar” para verificar se a alteração entrou em vigor.

Agora você já pode colocar o seu notebook no modo Hibernação para economizar energia.
 
 
 Windows 10 se transforma em update recomendado para PCs antigos
A Microsoft mudou o status da atualização para o Windows 10 em computadores antigos. A atualização para o sistema operacional, que antes era considerada “opcional”, passou a ser tratado como “update recomendado” para PCs com Windows 7, Windows 8 e Windows 8.1.
A mudança faz parte da estratégia da desenvolvedora de software de fazer com que seus usuários migrem para a nova plataforma o mais rápido possível, o que pode causar alterações não intencionais nos computadores, dependendo das configurações do Windows Update.
A medida começou a ser implantada da segunda (1). Na prática, essa mudança significa que as pessoas que configuraram seus computadores para fazer downloads automáticos de atualizações do Windows Update podem descobrir que o Windows 10 foi baixado "sem sua autorização".
Para evitar que isto aconteça, basta acessar as configurações do Windows Update e desmarcar a opção “Envie-me atualizações recomendadas da mesma maneira como eu recebo atualizações importantes”.
Mesmo que um usuário baixe o sistema operacional "por acidente", o computador não vai ser atualizado sem que seja realizada uma confirmação manual. A medida não altera a política da Microsoft de pré-baixar arquivos do Windows 10 antes de iniciado o processo de atualização, como forma de agilizar o processo. 
Em nota, a Microsoft confirmou a mudança. “Como divulgado no final de outubro nos canais oficiais da Microsoft, temos o compromisso de tornar mais fácil o upgrade para o Windows 10 para os usuários do Windows 7 e do Windows 8.1. Hoje, nós atualizamos a experiência de upgrade para ajudar nossos usuários, que já haviam reservado o upgrade, a agendar um horário para que seu upgrade aconteça”, explica.
A alteração ainda não foi estendida para todos os computadores com versões antigas do Windows, que continuam exibindo o Windows 10 como opcional, mas isto deve ser modificado nos próximos dias.
 
 
 10 obstáculos na adoção do Windows 10
O que o fabricante tem de fazer para tornar a migração mais atractiva.
Já se passaram cerca de seis meses desde o lançamento do Windows 10 e perto de 200 milhões de pessoas (ou mais, dependendo de como se conta) adoptaram o sistema operativo executam agora a “última” versão do Windows. Parece que ela é com efeito o futuro para os utilizadores do referido sistema.
Mas há margens para dúvidas entre aqueles à espera de um Windows  melhor. Há muitas boas razões para manter o Windows 7.
A urgência para os utilizadores passarem para o Windows 10 aumentou para a Microsoft, sem acompanhar aquela de completar e disponibilizar o leque de funcionalidades mais ambicionado pelos utilizadores mais intensivos do sistema operativo.
Há dez pontos nos quais a Microsoft podia aplicar-se para tornar a migração mais atractiva:
‒ dizer que mudanças estão a ser feitas para no Windows;
‒  oferecer a possibilidade bloquear “patches” específicos
‒ separar as actualizações de segurança, de outra área e das opcionais;
‒ mostrar como o Windows Update Business realmente funciona;
‒ disponibilizar um “interruptor” de privacidade  que funcione mesmo;
‒ consertar o Surface Pro 4 e o Surface Book;
‒ terminar o Edge;
‒ concluir o OneDrive;
‒ parar de pressionar;
‒ revelar o que vai acontecer com o Windows no futuro próximo.
 
 
 Nove obstáculos que limitam a adoção do Windows 10
Pouco mais de seis meses se passaram desde o lançamento do Windows 10. Nesse intervalo, mais de 200 milhões de pessoas já adotaram o sistema operacional da Microsoft. Não há dúvidas de que ele representa o futuro aos usuários de PCs. Mas, seria ingênuo pensar que trata-se de uma solução perfeita.
Assim, a seguir, listamos nove pontos que poderiam ser melhorados pelos executivos e estrategistas da empresa fundada por Bill Gates para acelerar ainda mais a entrada do produto no mercado. 

1. Contar quais mudanças são feitas. Durante anos, foi possível confiar no Microsoft Knowledge Base para acessar descrições do que mudou na plataforma. Com o advento do Windows 10, o fluxo de informação sobre esses processos de transformação no sistema passou de algo completo para um contexto que pode ser classificado como “inexistente”.
2. Oferecer a possibilidade de bloquear “patches” específicos. Até agora, tivemos sorte. Afinal, mesmo forçando updates, foram poucos os casos de falhas nas instalações ou efeitos estranhos (como perdas de aplicativos ou documentos) reportados pelos usuários. Porém, isso pode ser algo mais comum a partir que o sistema operacional ganha escala e precisará de correções mais constantes. Seria, assim, agradável oferecer um controle maior aos usuários desses processos.
3. Separar atualizações de segurança das demais. Desde o nascimento do Windows Update, há duas décadas, os usuários tiveram a opção de aceitar ou não atualizações opcionais, que não causem um impacto tão grande no desempenho da plataforma, de maneira geral. A versão mais recente do sistema não traz uma distinção clara das atualizações necessárias (de segurança) das gerais.
4. Mostrar como o Windows Update Business realmente funciona. Apesar de alguns esforços da fabricante ao tentar explicar como o mecanismo de fato atua, não há clareza com relação a diversos pontos. Essa questão, reportam algumas notícias e analistas, tem trazido certa dor de cabeça aos administradores de sistemas de empresas ao redor do mundo.
5. Disponibilizar um “interruptor” de privacidade que funcione. Usuários de Windows deveria estar um pouco preocupados com algumas questões referentes a seus dados. Claro, não que a abordagem da Microsoft seja muito diferente da postura adotada por Google ou Facebok. Mas, pensamos que a companhia deveria manter padrões mais elevados. Aqui alguns pontos que a empresa deveria considerar:
a) Contar os usuários o que está armazenando em seus bancos de dados
b) Dar aos usuários um jeito fácil, no Windows, de desligar o processo de coleta de dados
c) Fornecer uma maneira simples para que se examine os dados que coletou e apagar os que vão além da necessidade.

6. Consertar o Surface Pro 4 e o Surface Book. O dispositivo construído propriamente para o sistema operacional revelou-se uma ferramenta bastante interessante, fazendo muitos usuários esquecerem os anos que o software da Microsoft não funcionava lá tão integrado ao hardware produzido por terceiros. Porém, a máquina precisa de alguns ajustes (bem como ser disponibilizada em outros mercados!).
7. Arrumar o OneDrive. Até o Windows 8, o OneDrive era um sistema de armazenamento online bastante útil. Apesar de eventuais deficiências, ao menos operava de maneira bem integrada ao sistema operacional. Agora, essa conexão ainda necessita alguns ajustes fundamentais.
8. Parar de pressionar. A fabricante adotou uma postura agressiva para levar a nova versão do sistema operacional ao maior número de computadores possível. Isso, em alguns momentos, acaba por sendo um tanto inconveniente.
9. Dar alguns detalhes sobre o futuro próximo do Windows 10. Não, não há necessidade de dar detalhes estratégicos. Porém, temas relativos a alguns pontos de evolução do sistema operacional não cairiam nada mal, especialmente para que usuários corporativos possam preparar para realizar movimentos importantes.
 
 
 Como ativar e desativar autoplay de vídeos no Windows 10
Quando você insere um dispositivo removível, como um CD, DVD ou cartão de memória em seu computador, vai aparecer uma pequena janela do “AutoPlay” do Windows 10. A reprodução automática detecta o tipo de disco ou mídia que você inseriu e automaticamente toma qualquer ação que solicitar.
Embora esse seja um comportamento útil, as vezes o recurso pode se tornar irritante ou não fazer aquilo que você realmente quer. Para resolver isso, basta desativar o AutoPlay ou personalizá-lo. Se você ainda não sabe como fazer, veja abaixo como ativar e desativar o autoplay de vídeos no Windows 10.

Passo 1. Acesse as configurações do Windows clicando no menu Iniciar e depois na opção “Configurações”;
Passo 2. Em “Configurações”, clique no item “Dispositivos”;
Passo 3. Ao entrar em “Dispositivos”, acesse a opção “Reprodução Automática”;
Passo 4. Para ativar o AutoPlay do Windows 10, mude a chave presente em “Reprodução Automática” de “Desativado” para “Ativado”;
Passo 5. Para desativar o AutoPlay do Windows 10, mude a chave presente em “Reprodução Automática” de ”Ativado” para “Desativado”;
Passo 6. Se quiser personalizar o que o sistema deve fazer quando o AutoPlay for executado, clique no item abaixo de “Dispositivo removível” e selecione uma opção na lista que será exibida;

Pronto! Agora sempre que precisar você pode ajustar a configuração do AutoPlay do Windows 10 para que a reprodução automática funcione (ou não) como você realmente precisa.
 
 
 6 editores de vídeo para você usar no Windows 10
Se você passa muito tempo em frente ao computador, certamente já pensou em como seria poder editar os seus próprios vídeos para fazer vlogs, montagens e outras edições divertidas para compartilhar com os amigos na internet.
Atualmente, há muitos editores de vídeo disponíveis para os computadores com Windows 10, e muitos deles são bem mais simples do que a grande maioria imagina. É claro que também há funções profissionais e complexas, criadas para fazer com que os editores consigam dominar qualquer transição, efeito ou corte de câmera.
Está curioso para conhecer alguns dos editores mais legais da atualidade? Então confira agora mesmo a nossa lista e experimente os softwares para encontrar o que melhor se encaixa em suas necessidades. Será que você pode ser um editor de sucesso?

1. Vegas
Ele já foi chamado de Sony Vegas, mas hoje atende somente pelo segundo nome. Criado para editores profissionais, o software é bem reconhecido pelas possibilidades que traz para quem é fanático por ajustes de áudio — pois ele permite configurações bem avançadas em profundidade de notas, linhas e espectros sonoros. Há até mesmo um equalizador profissional integrado ao software da Sony.
Para o vídeo propriamente dito, o aplicativo traz suporte para altas resoluções e funcionalidades drag-and-drop. Um ponto bem legal do Vegas Pro está no fato de que ele se comunica muito bem com outros editores de vídeo. Dessa forma, ele pode exportar não somente vídeos em diversos formatos, mas também projetos prontos para serem trabalhados em outros softwares — incluindo alguns bem conhecidos que são usados para a criação de efeitos especiais.
Entre no link abaixo para baixar a versão de testes
http://www.baixaki.com.br/download/vegas-pro.htm
Licença: gratuita para testar

2. Cyberlink PowerDirector
Talvez você não precise de efeitos e técnicas tão profissionais, não é mesmo? Pois então você pode se adequar melhor à utilização de softwares um pouco mais simples e que são destinados às edições rápidas e intuitivas. Se esse é o seu caso, existem algumas ferramentas bem legais, e um dos melhores exemplos da atualidade é o PowerDirector da Cyberlink — um programa dividido em duas grandes ferramentas.
Existe a função Full Feature Editor — que reúne grandes ferramentas —, e outra chamada Easy Editor, que é a mais simples. Nesta seção, você encontra uma série de templates e filtros automáticos que podem fazer todo o trabalho pesado por você. Com isso, qualquer pessoa consegue fazer vídeos de apresentação e outras edições básicas com pouco tempo de aprendizado. Um ótimo aliado para quem não precisa de ferramentas profissionais.
Entre no link abaixo para baixar a versão de testes
http://www.baixaki.com.br/download/Cyberlink-PowerDirector.htm
Licença: gratuita para testar

3. Windows Movie Maker
Outra opção descomplicada e excelente para edições simples, o Windows Movie Maker pode até sofrer um pouco de preconceito, mas é uma grande mão na roda dos usuários. Se você precisa de uma ferramenta para unir dois vídeos criados com uma GoPro, por exemplo, não precisa de mais do que vai encontrar na ferramenta da Microsoft. Ele também é bem competente para a criação de transições e outros ajustes simples.
Vale dizer também que o Windows Movie Maker conta com um bom sistema de compartilhamento direto com redes sociais e serviços de armazenamento — incluindo o Facebook, o OneDrive e o YouTube. Um dos pontos negativos dele está nos formatos suportados para a importação, mas isso não será um problema para os usuários que fizerem a importação a partir das principais câmeras ou smartphones do mercado.
Entre no link abaixo para baixar o software
http://www.baixaki.com.br/download/windows-movie-maker.htm
Licença: gratuita

4. AVI ReComp
Este aplicativo está nessa lista por uma função específica. Ele é tão simples quanto o Movie Maker, mas traz uma ferramenta a mais e que pode facilitar a vida de muitos usuários: a edição e aplicação rápida de legendas. Isso mesmo, um dos grandes destaques do AVI ReComp está no fato de que ele permite a inserção de marcas e legendas com rapidez e qualidade.
Entre no link abaixo para baixar o software
http://www.baixaki.com.br/download/avi-recomp.htm
Licença: gratuita

5. Adobe Premiere
É impossível fazer uma lista sobre editores de vídeo e não falar sobre o Adobe Premiere. Este aplicativo é completamente profissional e possui muitas ferramentas de alto nível para que os editores consigam fazer seus trabalhos com qualidade e fluidez. É preciso dizer que os recursos disponíveis no Premiere são capazes de fazer qualquer edição profissional com sucesso.
Entre os grandes destaques do software estão recursos que permitem a edição de cores de uma forma bem dinâmica; sistema de transcodificação para mídias de vários formatos e suporte até mesmo para filmagens 8K. Também existe muita facilidade na conexão entre o Premiere e o After Effects — software que permite a adição de efeitos especiais aos vídeos.
Entre no link abaixo para baixar a versão de testes
http://www.baixaki.com.br/download/adobe-premiere-pro.htm
Licença: gratuita para testar

6. Lightworks
Existem duas versões do Lightworks, mas hoje vamos nos dedicar a falar sobre a gratuita. O software é uma ótima ferramenta para quem precisa editar vídeos de um modo rápido e descomplicado — uma vez que o grande diferencial dele está justamente na otimização para o aumento de velocidade, desde a aplicação de filtros e efeitos até a renderização dos conteúdos criados ali.
O Lightworks traz suporte para a edição multicâmera, permitindo uma melhor interação entre os vídeos capturados com diferentes fontes. Ele ainda garante bons resultados de inserção de textos, integração com um software de efeitos especiais (Boris FX), aplicação de filtros em tempo real e exportação dedicada a serviços online.
Entre no link abaixo para baixar o software
http://www.baixaki.com.br/download/lightworks.htm
Licença: gratuita
 
 
 Nova Build do Windows 10 esconde subsistema baseado no Linux
Investigando detalhes da Build 14251 do Windows 10, lançada na semana passada, o hacker conhecido como Walking Cat fez uma descoberta bastante interessante. Segundo ele, alguns arquivos presentes na plataforma fazem menção direta à possibilidade de que um subsistema Linux esteja rodando junto ao software da Microsoft.
Walking Cat cogita que isso pode estar relacionado a um ressurgimento do Project Astoria, que pretendia facilitar a conversão de aplicativos do Android para o Windows 10 Mobile. A iniciativa havia sido parada pela empresa devido aos problemas que ela enfrentava em conseguir adaptar os apps do sistema da Google para seu próprio sistema operacional.
Entre os arquivos identificados pelo hacker estão “lxcore.sys” e “lxss.sys”, que já eram conhecidos por quem lidou com o Astoria. O site WMPowerUser cogita que a adição da compatibilidade a certos aplicativos do Linux beneficiaria o Windows 10 principalmente no segmento de servidores, setor em que a plataforma aberta possui grande influência.
Também há a possibilidade de que a Microsoft esteja retomando seu projeto de conversão, seja na tentativa de dar outra chance à adaptação de softwares do Android ou apostando em uma nova solução de aplicativos universais. Independente de qual seja a intenção da companhia, não deve demorar muito até que a verdade venha à tona graças à comunidade ativa de usuários que se dedica a investigar com atenção todos os detalhes do sistema operacional.
 
 
 Entenda o que significa uma emergência de saúde pública global
OMS declarou estado de emergência em saúde pública nesta segunda.
Organização já tinha tomado essa decisão para H1N1, pólio e ebola.

A Organização das Mundial da Saúde (OMS) decarou estado de emergência em saúde pública internacional por causa do aumento de casos de microcefalia possivelmente relacionados ao zika vírus nesta segunda feira.

Esta foi a quarta vez que a organização decretou estado de emergencia global para uma epidemia viral. As decisões anteriores foram tomadas para a gripe H1N1, a poliomielite e o ebola. Veja algumas perguntas e respostas sobre as implicações da decisão da OMS:


O que é uma emergência pública internacional?
"Entendemos como 'emergência pública internacional' um evento extraordinário, na qual é determinado que constitui um risco para a saúde pública em outros estados em razão do risco de propagação internacional de doenças e que pode necessitar de uma ação internacional coordenada", explica a OMS.
Supõe uma situação "grave, repentina, incomum ou inesperada, que tem repercussões para a saúde pública além das fronteiras nacionais do estado afetado e que pode exigir uma ação internacional imediata", afirma a organização em sua página na internet.

Esta decisão cabe à direção-geral da OMS, que se apoia habitualmente no aval do Comitê de Emergência do Regulamento Sanitário Internacional (RSI), que compreende especialistas internacionais na luta contra a doença, a virologia, a elaboração de vacinas ou a epidemiologia das doenças infecciosas.



O que envolve concretamente um estado de emergência pública internacional?
Isso depende do contexto de cada pandemia. No caso do zika, cujo estado de emergência sanitária foi declarado na segunda, "as principais motivações (...) são estimular as pesquisas sobre a potencial relação entre o zika vírus e os casos de microcefalia, assim como outras condições neurológicas favorecendo a pesquisa e o desenvolvimento para obter vacinas e diagnósticos", explicou nesta terça à AFP Monika Gehner, da OMS.

O desafio é também padronizar a coleta e o monitoramento dos dados e pesquisas "para que a OMS seja capaz de comparar dados de diferentes países", acrescentou. Este quadro de estado de emergência deve também ajudar a acelerar as ações políticas e permitir que a comunidade internacional preste apoio relevante para epidemias atuais.



Quais foram as decisões anteriores similares?
Antes da epidemia de zika, suspeita de causar malformações congênitas, a OMS decretou três vezes o estado de emergência pública internacional.

- 11 de junho de 2009: a OMS instaura o estado de emergência pública internacional pela epidemia de gripe H1N1 na Ásia. Este vírus contagioso se propaga facilmente de uma pessoa a outra e de um país a outro. O alerta foi suspenso em agosto de 2010 pois o vírus deixou de ser uma ameaça.

O vírus H1N1 de 2009 continua circulando a cada inverno, especialmente no continente europeu (inclusive na Rússia, etc). Faz parte do vírus da gripe comum sazonal, clássica, que a cada ano mata milhares de pessoas.

- 5 de maio de 2014: a OMS decreta um estado "de emergência pública internacional" após a propagação da poliomielite em diversos países - no Afeganistão, no Iraque e na Guiné Equatorial. A poliomielite é uma doença muito contagiosa, provocada por um vírus que invade o sistema nervoso e pode levar a uma paralisia total em algumas horas. Este vírus se propaga de uma pessoa a outra pela via fecal-oral ou, mais raramente, por meio de água ou alimentos contaminados. Febre, astenia, dor de cabeça, vômitos, rigidez na nuca e dores nos membros são os primeiros sintomas. Ela atinge principalmente as crianças com menos de cinco anos. De cinco a 10% dos pacientes morrem já que os músculos respiratórios param de funcionar.

- 8 de agosto de 2014: a OMS decreta uma "emergência pública internacional" para o ebola e pede uma "resposta internacional coordenada". A epidemia de ebola, a mais grave desde a identificação do vírus na África central em 1976, começou no final de 2013 no sul da Guiné. Ela deixou mais de 11.300 mortos sobre 29.000 casos registrados, segundo a OMS, em 99% em três países vizinhos: Guiné, Libéria e Serra Leoa. O vírus se transmite por contato direto com o sangue, os líquidos biológicos ou os tecidos de pessoas ou animais infectados. Ele provoca uma febre seguida de vômitos, diarreias e algumas hemorragias.


Fonte: http://g1.globo.com/
 
 
 Ministério da Saúde abre novo canal para auxiliar no combate ao Aedes
O atendimento será por meio de telefone 0800 e servirá para orientar os agentes de endemia, os agentes comunitários e os militares nas atividades de eliminação dos focos.

Os agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias e os militares têm um novo canal de informações para o combate ao Aedes aegypti: o telefone 0800 645 3308. O serviço, disponível desde esta segunda-feira (1º), oferece suporte para esclarecimento de dúvidas sobre identificação de focos do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus, além da mobilização da população para o enfrentamento ao vetor.

“A iniciativa visa à expansão dos canais e meios de comunicação entre profissionais e gestores, para oferecer acesso rápido e de qualidade com orientações sobre a assistência à saúde, adoção de práticas para impedir a proliferação do mosquito, ampliando a autonomia das equipes”, ressalta o secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Alberto Beltrame.

O esclarecimento pelo 0800 ocorrerá de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h30, pela central TelessaúdeRS, que integra o Programa Telessaúde Brasil Redes do Ministério da Saúde. Pelo telefone, os profissionais poderão tirar dúvidas sobre procedimentos a serem adotados pela população, como, por exemplo, o uso de telas em portas e janelas, repelentes, inseticidas e roupas que reduzam a exposição de partes do corpo ao mosquito. Além disso, será possível esclarecer sobre como realizar de forma mais prática e rápida as ações para identificação de focos e para combate ao Aedes.

O contato pelo 0800 já é utilizado por médicos e enfermeiros da Atenção Básica, incluindo os participantes do Programa Mais Médicos. Para esses profissionais, o atendimento é feito pelo 0800 644 6543, por meio do registro de identificação profissional e da Unidade Básica de Saúde que o profissional está vinculado. Pelo telefone, são reforçadas as orientações sobre a utilização de serviços de saúde para o atendimento aos casos suspeitos e demais orientações para população sobre diagnóstico e tratamento das doenças causadas pelo mosquito e a microcefalia, além de outras dúvidas clínicas.

Curso de atualização

Está disponível desde a última sexta-feira (29) um curso de atualização sobre dengue, chikungunya e zika vírus para auxiliar no combate ao Aedes. Além dos profissionais de saúde e membros das Forças Armadas, as pessoas que estiverem interessadas em ampliar os conhecimentos sobre as doenças e como eliminar o mosquito também podem ter acesso ao material. Com linguagem simples e de fácil entendimento, o módulo é realizado pela internet.

O curso tem 16 horas de duração e terá certificação ao final. Para acessar o conteúdo, é preciso fazer um cadastro na página da AVA-SUS ou do Telessaúde do Rio Grande do Sul e começar as aulas virtuais. A expectativa é de que, pelo menos, os mais de 300 mil agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias atualizem-se pela plataforma.

Outras ações

No campo da formação, o Ministério da Saúde vem promovendo ações destinadas à qualificação profissional para diagnóstico e manejo de dengue, chikungunya e, em breve, zika vírus. As ações mais importantes nesta área são os cursos autoinstrucionais ofertados pela Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde (UNA-SUS), plataforma de educação a distância formada por universidades de referência e coordenada pelo governo federal. Os cursos de dengue e chikungunya já são oferecidos de forma permanente e têm como público-alvo profissionais de saúde de nível superior.

Para dengue, o enfoque é a identificação do risco de casos suspeitos e a adoção das condutas corretas diante das diferentes situações clínicas, visando à redução de complicações. O módulo de chikungunya, lançado em dezembro de 2015, é composto por informações sobre epidemiologia, quadro clínico, diagnóstico, ações de vigilância e organização dos serviços de saúde, além de abordar casos clínicos, nos quais o profissional é estimulado a refletir sobre a melhor conduta para realizar o manejo de pacientes com suspeita da doença.

Já o curso sobre zika vírus está previsto para ser lançado este mês, com duração de 40 horas. Os módulos são: aspectos epidemiológicos, promoção à saúde e prevenção de infecção por zika vírus; quadro clínico e abordagem a pessoas infectadas com zika vírus; os cuidados com as gestantes com suspeita ou confirmação de infecção por zika vírus e do recém-nascido com microcefalia; e vigilância da infecção por zika vírus e suas complicações.

Fonte: Ministério da Saúde
 
 
 Microsoft compra SwiftKey, criadora de teclados virtuais inteligentes
Aplicativo roda em mais de 300 milhões de iPhones, iPads e Androids.
Empresa ainda não desenvolveu uma versão para os sistemas da Microsoft.

A Microsoft anunciou nesta quarta-feira (3) a compra da SwiftKey, empresa que desenvolve teclados virtuais inteligentes que funcionam em mais de 300 milhões de iPhones, iPads e smartphones Android.

Harry Shum, vice-presidente de tecnologia e pesquisa da Microsoft, diz que a companhia manterá as versões do aplicativo para os sistemas de Google e Apple. Ironicamente, até a aquisição, a companhia não havia criado uma versão de seu teclado para os sistemas operacionais móveis da Microsoft.

O teclado da SwiftKey aprende a forma dos usuários digitarem e quais as palavras e expressões mais usadas por eles. Para ajudar o sistema a memorizar, é possível salvar termos. Com isso, o aplicativo completa frases antes de os usuários os escreverem até o fim. Segundo a SwiftKey, já foram salvas 10 trilhões de expressões de mais de 100 diferentes línguas.

Segundo o "Financial Times", a transação girou em torno de US$ 250 milhões.

“A tecnologia da SwiftKey se alinha com nossa visão para mais experiências computacionais pessoais que antecipem nossas necessidades ver responder aos nossos comandos e diretamente apoia nossa ambição de reinventar a produtividade ao alavancar a inteligência na nuvem”, afirmou Shum, em nota publicada no blog da Microsoft.

“Nossa missão é aumentar a interação entre pessoas e tecnologia. Nós pensamos que isso é uma combinação perfeita, e nós acreditamos que nos unir à Microsoft é o próximo estágio da nossa jornada”, afirmam Jon Reynolds e Bem Medlock, os fundadores do aplicativo, em uma nota conjunta.


Fonte: g1.globo.com/
 
 
 Faça o download do Windows 10 build 14257
Os participantes registrados no Windows Insider Program que optaram pelo canal de distribuição Rápido já podem fazer o download do Windows 10 build 14257 via Windows Update.

Este é o quinto build público da atualização "Redstone".

Nota: Este build não tem uma ISO disponível.

Faça download do Windows 10 build 14257
Os usuários registrados no Windows Insider Program rodando o build 14251 podem fazer o download do Windows 10 build 14257 seguindo as instruções abaixo.

- No menu Iniciar, clique em Configurações:

- Agora clique em Atualização e recuperação:

- Clique no Windows Update para procurar por novas atualizações e o build 14257 aparecerá como disponível:

De acordo com o anúncio da Microsoft, o Windows 10 build 14257 traz principalmente correções de bugs. Entre os bugs corrigidos estão um que faz com que aplicativos apresentem erros periodicamente por causa de algumas mudanças no sistema de gerenciamento de memória do sistema operacional, um que impedia que as ferramentas para desenvolvedores (F12) não fossem carregadas corretamente no Microsoft Edge.

A lista de problemas conhecidos inclui que faz com que o sistema operacional não possa ser usado corretamente depois que o usuário utiliza a opção Restaurar o PC no aplicativo Confiurações e um que faz com que o erro com o arquivo WSClient.dll seja exibido logo após o login. Uma solução é executar o prompt de comando como administrador (clique com o botão direito do mouse no botão Iniciar e selecione a opção) e utilizar o comando abaixo:

schtasks /delete /TN “MicrosoftWindowsWSWSRefreshBannedAppsListTask” /F



Fonte: noticias.r7.com/

 
 
 Como ativar e desativar autoplay de vídeos no Windows 10
Quando você insere um dispositivo removível, como um CD, DVD ou cartão de memória em seu computador, vai aparecer uma pequena janela do “AutoPlay” do Windows 10. A reprodução automática detecta o tipo de disco ou mídia que você inseriu e automaticamente toma qualquer ação que solicitar.

Embora esse seja um comportamento útil, as vezes o recurso pode se tornar irritante ou não fazer aquilo que você realmente quer. Para resolver isso, basta desativar o AutoPlay ou personalizá-lo. Se você ainda não sabe como fazer, veja abaixo como ativar e desativar o autoplay de vídeos no Windows 10.

Passo 1. Acesse as configurações do Windows clicando no menu Iniciar e depois na opção “Configurações”;

Passo 2. Em “Configurações”, clique no item “Dispositivos”;

Passo 3. Ao entrar em “Dispositivos”, acesse a opção “Reprodução Automática”;

Passo 4. Para ativar o AutoPlay do Windows 10, mude a chave presente em “Reprodução Automática” de “Desativado” para “Ativado”;

Passo 5. Para desativar o AutoPlay do Windows 10, mude a chave presente em “Reprodução Automática” de ”Ativado” para “Desativado”;

Passo 6. Se quiser personalizar o que o sistema deve fazer quando o AutoPlay for executado, clique no item abaixo de “Dispositivo removível” e selecione uma opção na lista que será exibida;

Pronto! Agora sempre que precisar você pode ajustar a configuração do AutoPlay do Windows 10 para que a reprodução automática funcione (ou não) como você realmente precisa.


Fonte: techtudo.com.br
 
 
 
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