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 Leilões de arte com preço recorde são retrato da nova relação entre a arte e o capitalismo
Mercado da arte se estrutura de modo a aumentar continuamente os valores monetários de um artista a cada nova negociação.

* Doutor em Educação

Nunca se pagou tanto por um Picasso. Por US$ 179,3 milhões (cerca de R$ 537 milhões), um comprador anônimo levou a pintura As Mulheres da Argel (Versão 0). E outro levou a escultura Homem Apontando, de Alberto Giacometti, pela bagatela de US$ 141,3 milhões (cerca de R$ 427 milhões), segundo notícia veiculada em ZH no dia 13. A questão que está na cabeça do leitor é: por que os preços das obras de arte estão nas alturas?

Foi André Gorz quem chamou a atenção pela primeira vez para o fato de que no capitalismo moderno o capital imaterial está substituindo o capital fixo material. Quer dizer, conhecimento, inteligência, e por que não dizer, estilo, design e beleza têm se imposto como imperativos do capital. As novas técnicas de poder do capitalismo neoliberal buscam ter acesso à psiquê, ao imaginário, aos sonhos e à sensibilidade. Esse é o campo da psicopolítica descrito por Byung-Chul Han e Slavoj Zizek, o dos novos horizontes do sistema de dominação que, ao invés de nos oprimir, nos seduz, campo propício para a inflação da experiência contemporânea de valor estético e para o entrelaçamento da arte com o mercado.

O mercado da arte é um sistema complexo composto por artistas, museus, galerias, público especializado, colecionadores e casas de leilões. As duas obras em destaque esta semana foram vendidas pela Christie’s, que, junto com a Sotheby’s, são as duas sociedades anglo-saxãs que dominam o mercado de vendas públicas de obras de arte. Cotadas na Bolsa de Valores, possuem sedes em Nova York e Paris. Em 2002, suas vendas totalizaram US$ 890 milhões na Europa e US$ 805 milhões nos Estados Unidos. Multinacional com objetivos estratégicos mundiais, a Christie’s busca concentrar o mercado a partir de novas clientelas e objetos de vendas, dispersando seus locais de negócio por todos os continentes. Sua rede internacional de operadores promove sua imagem midiática sem fronteiras e não é raro que sua ação eventualmente entre em contradição com a lógica da ação dos Estados que buscam proteger seu patrimônio nacional. É essa estrutura de controle de mercado que faz subir os preços.

Diz o economista Don Thompson que, para os marchands, “o preço é simplesmente uma parte de um processo necessário para remunerar o artista e seu representante”, ideologia que visa ocultar a indistinção entre arte e comércio. Nada disso. Como afirma  o filósofo Dany-Robert Dufour em O Divino Mercado (Companhia de Freud, 2008), é o sublime da arte que mudou de lugar, isto é, foi transferido: “a sublimidade não está mais [hoje] na arte, mas na especulação sobre a arte”(p.250). E completa: “quanto mais o mercado da arte for poderoso e organizado, mais as condições gerais do mercado tenderão a se impor à produção artística”. Por esta razão, não é a obra em si determinante para a precificação, mas a reputação do marchand, do artista, do negociante, do potencial comprador, a linguagem corporal, os descontos oferecidos, se há listas de espera, etc. É o que se chama de “sinalização”, no caso, da galeria em que eram vendidas as obras. É um mercado promissor: como os marchands sabem que cada mostra deve ter preços mais altos que a anterior, a promessa para os compradores é que as obras sejam um investimento que será repassado adiante por um preço superior. Os preços estão nas alturas porque esse sistema viu recentemente um afluxo de compradores ricos vindos da Ásia, da Rússia e do Oriente Médio, além do aumento dos especuladores e dos fundos de investimento. Neste mercado, recordes têm um objetivo: servem para remarcação dos preços da obra de um artista.

Mas não é apenas uma mutação do mercado de arte. Para Gilles Lipovetsky e Jean Serroy em A Estetização do Mundo: Viver na Era do Capitalismo Artista (Companhia das Letras, 2015), as vendas são o indicador de que um novo tipo de capitalismo está emergindo, que deixou de ser em rede (Castells), líquido (Bauman) e passou a ser, na melhor expressão, artista. O mercado da arte é, junto com o design, a moda, as indústrias culturais, a publicidade, o cinema e o show business o novo campo de extração da mais-valia. Vivemos a era da estetização da economia com tudo que lhe é correlato, a valorização do consumo de estilos, do gosto e da beleza. A sensibilidade transformou-se no novo ativo das marcas no capitalismo, agora denominado Capitalismo Artista, caracterizado pelo peso crescente dos mercados da sensibilidade e do design process – no qual o mercado de arte ocupa um lugar de destaque. Novo ciclo de indiferenciação entre esfera econômica e estética, impensável para Marx, coloca em alta a moda, a arte, o divertimento e a cultura.

Acha muito quase US$ 180 milhões por uma obra? Você não viu nada, é só esperar. Bem-vindo ao art business, ao mundo da arte como suporte de especulação e de rendimento. Triste a época em que impera o “para quê conhecer se você pode comprar?” e na qual a arte deixa de ser veículo questionador da ordem social para ser uma engrenagem a mais na produção do lucro.

Fonte: Zero HoraCaderno PrOA
 
 
 Exposição mistura arte e tecnologia para conscientizar sobre reciclagem
Os brasileiros produzem mais de 76 milhões de toneladas de lixo por ano.
Somente 3% desse total é reciclado no país.

No parque do Ibirapuera, em São Paulo, uma exposição mistura arte com tecnologia. Tudo para o visitante entender que nem sempre lixo, de fato, é lixo. A cada ano, são mais de 76 milhões de toneladas e somente 3% desse total é reciclado.
A água cristalina pode limpar o mundo. Reverta é a exposição que mostra caminhos para reverter o nosso destino de criar montanhas de lixo na paisagem da nossa vida.

Cada caso é um caso. Uma família de sete pessoas pode produzir, em uma semana, mais ou menos a mesma quantidade de lixo que uma moça sozinha.

“São três mil metros quadrados de informações de uma forma bem lúdica, bem acessível, e o que a gente quer é mudar o comportamento das pessoas frente aos resíduos”, explica Mário Donizeti Domingos, curador científico da Exposição Reverta.
As coisas estão no mundo e muitas ficam na terra mais tempo do que nós. Os pneus, as pilhas precisam de um descarte especial, senão serão sempre reflexos da sua permanência no mundo. Jogos interativos nos envolvem em movimento e beleza até descobrirmos que estamos mal quanto a reciclagem de lixo.

“A ideia da exposição foi como a gente cria e leva esse conteúdo e ensina a população de uma forma lúdica, interativa, positiva a participar desse movimento com a gente e engajá-los para fazer esse mundo melhor com a gente”, diz Simone Veltri, gerente de Relações Socioambientais da empresa idealizadora da exposição.
 
 
 Maior museu a céu aberto do Brasil mistura arte com natureza em MG.
O repórter Alessandro Torres saiu de Fortaleza e foi para Minas Gerais.
Ele conta a experiência de conhecer as belezas e inovações de Inhotim.

O desafio do Tô de Folga desta sexta-feira (15) fica com o repórter Alessandro Torres. Ele saiu de Fortaleza e foi para Minas Gerais conhecer Inhotin, o maior museu de arte contemporânea a céu aberto do Brasil.

“Meu primeiro contato com as Minas Gerais é debaixo de uma chuvinha fina que destaca ainda mais a paisagem do campo no caminho entre Belo Horizonte e Brumadinho. Depois de uma hora de viagem, as placas indicam o caminho para Inhotim. Chegamos na quarta-feira, dia de visita gratuita.

Logo na chegada, com esse climazinho gostoso de chuva aqui da serra, eu fiquei surpreso com esse corredor de palmeiras imperiais. Realmente é muito lindo e qualquer visitante se deslumbra logo na chegada a Inhotim. Agora, como eu sei que a gente tem um milhão de metros quadrados para percorrer eu contratei um carrinho, até por causa do nosso equipamento, mas, qualquer visitante pode fazer isso por R$ 20: alugar um carrinho e passear aqui pelo espaço. Vamos lá ?

Há muitos espaços abertos, no meio dos jardins, e 22 galerias - 18 são permanentes. Em uma praça da galeria nós temos duas obras que representam a interação entre a comunidade de Brumadinho e o Inhotim.

A obra de arte mexe com meus sentidos. Em uma sala toda branca, há um coral de caixas de som. Acho que o legal é ficar no meio, fechar os olhos e ouvir. Depois de alguns minutos é que a gente percebe que isso não são apenas caixas de som reproduzindo um coral. Na verdade, de cada caixa sai a voz de um cantor. Aqui, por exemplo, a gente percebe um cantor com a voz bem grossa. Por isso, é preciso ficar no meio e ter a sensação real de que a gente está diante de um coral. Um turista alemão diz que preferiu fechar os olhos e usar apenas a audição, mas não conseguiu entender logo que as 40 vozes foram gravadas separadamente.

Esta outra galeria parece mergulhada num espelho d'água. Nessa galeria a gente tem um dos maiores exemplos de como a arte contemporânea convida o visitante a interagir com a obra. Aliás, aqui, a artista quer que o visitante não só possa interagir com a obra como também fazer a obra a sua maneira.

Uma outra instalação intriga os visitantes. Será que ela é de vidro? Ilusão de ótica? Simples e ao mesmo tempo intrigantes, as esculturas de artistas tchecos brincam com a lógica e com as proporções.

A gente está percorrendo as galerias de carrinho, mas é fundamental caminhar pelos jardins. Afinal, o Inhotim é justamente esta mistura entre a arquitetura, as obras e a botânica; as paisagens lindas aqui desse lugar.

Percorrer todos estes lugares dá muita fome, mas não se preocupe porque o Inhotim tem ótimos restaurantes com a típica comida mineira: daí você pode escolher entre um prato de cordeiro com maracujá e farofa de alecrim (R$ 65) ou um lombo com couve, tutu de feijão, torresmo e arroz com lentilha (R$49). 

Além de ser um centro de arte contemporânea, o Inhotim tem o título de jardim botânico, com cinco mil espécies de plantas. No percurso entre uma galeria e outra, o ambiente muda totalmente. De repente você está dentro de um jardim com plantas diferentes. A engenheira agrônoma Lívia Lana conta que cada jardim tem um tema.

Novos jardins são criados constantemente, como este que reproduz as veredas tropicais com plantas aquáticas. Aqui um turista holandês diz que, entre obras de arte e paisagem arquitetônica, foi especialmente atingido pelos sentidos: pelo cheiro tão bom que sentiu andando aqui.

Das veredas tropicais às rochas e plantas típicas do deserto, a gente viaja o mundo entre os jardins do Inhotim. ‘A idéia não é reproduzir o ambiente como ele é encontrado na natureza. A idéia é criar um ambiente com a leitura do Inhotim, com a cara do Inhotim’, conta Lívia.

É um passeio para encher os olhos e a sensação que fica depois desta visita vai muito além do que a vista alcança!”.
 
 
 13ª edição do Território da Arte, em Araraquara, tem exposições gratuitas
Neste ano, o homenageado é o artista plástico Washington Maguetas.
Mostra é realizada na Casa da Cultura e no saguão do Teatro Municipal.
 
Araraquara (SP) promove até o dia 30 de junho a 13ª edição do Território da Arte. A mostra, gratuita, é realizada na Casa da Cultura e no Teatro Municipal e reúne pinturas, esculturas e instalações, entre outras manifestações artísticas.

Neste ano, o homenageado é Washington Maguetas e uma sala especial foi montada com oito telas do artista plástico. Segundo o coordenador do evento, Milton Bernardi, ele é conhecido como "Monet brasileiro" e é uma referência para os artistas de Araraquara. “Este ano fizemos essa homenagem justamente pela relevância dele junto às artes, principalmente no impressionismo”, contou.

Na Casa da Cultura também há um espaço para obras acadêmicas e 42 trabalhos feitos por alunos de escolas municipais. Além de participações especiais, o Território conta com 197 obras de artistas selecionados e convidados da região e de outros seis Estados.

Para Renato Haddad, secretário de Cultura, a participação de artistas de várias partes do país ajuda o publico a conhecer as manifestações de cada região. “Eles realmente se expressam de uma maneira universal, mas as pessoas conseguem identificar de onde vêm essas obras”, disse.
Um dos artistas de fora da cidade é o grafiteiro Marcos Feliciano. Conhecido como Pato e natural de Guarulhos, ele já participou de bienais no exterior e está em Araraquara pela 3ª vez para trazer sua obra, inspirada na cultura oriental. Para compor, Pato contou que trabalha à mão livre e com moldes. “A roupa está toda verde e eu quero estampar com um tom mais escuro, eu encaixo no lugar e estampo só onde eu quero”, exemplificou.

Teatro Municipal
O Teatro Municipal também integra o Território e no saguão ficam expostos exemplares da arte contemporânea, como uma cama em que as molas se transformam em uma pessoa. Em todos os anos, o evento dá destaque para um tipo de linguagem e, nesta edição, é a vez das aquarelas, que também estão no saguão.

São 64 pinturas que, além da beleza, carregam em si parte da história da arte e da técnica no país. “No Brasil, ela foi introduzida quando vieram os franceses para criar a Escola de Belas Artes Imperial e, a partir daí, o país começou a usar essa técnica”, contou o professor Ruy Cesar,
 
 
 Exposição 'Pura Arte' de Ricardo dos Anjos está em Marília
Mostra termina no dia 2 de junho. Entrada é gratuita.
Artista plástico é natural da cidade de Bastos.

A exposição ‘Pura Arte’ do artista plástico Ricardo dos Anjos, da cidade de Bastos (SP), estão a mostra no Espaço Cultural em Marília, até o dia 2 de junho. A entrada é gratuita.

A exposição conta diversas telas que irão proporcionar aos visitantes a oportunidade de apreciar obras diferenciadas, vibrantes e modernas que propõem um diálogo com os apreciadores da arte.
A exposição Pura Arte, permanece no Espaço Cultural, de segunda a sábado, das 10h às 22h e aos domingos e feriados das 13h às 19h. O espaço fica na Rua dos Tucunarés, 500, no Jardim Maria Martha.

 
 
 Consultório de rua percorre cinco bairros de Ribeirão Preto nesta semana
A equipe do Dr. Móvel, o Consultório de Rua de Ribeirão Preto irá percorrer cinco bairros nesta semana, começando pelo Recreio Anhanguera, nesta segunda-feira (18), das 8h às 12h, e das 14h às 16h. O equipamento ficará estacionado na rua Orestes Marzoli, 305.

Nesta terça-feira (19), o Dr. Móvel estará na rua Serra Negra, 318, das 8h às 12h, atendendo aos moradores dos bairros Jockey Clube e Jardim Iara. Os moradores do Simioni recebem os serviços na quarta-feira (20), das 8h às 12h e das 14h às 16h. O equipamento ficará estacionado na avenida Magid Simão Trad, em frente ao número 1.956.

Na quinta-feira (21), será a vez dos moradores do Jardim Eugênio Mendes Lopes receberem os serviços de saúde, das 8h às 12h, na rua Professor André Ricciardi, 250, e na sexta-feira (22), no mesmo horário, o Dr. Móvel estará na rua Medeiros de Albuquerque com Mário de Andrade, atendendo aos moradores do Jardim Piratininga.
 
 
 Energia elétrica mais cara puxa inflação em abril em Ribeirão Preto
IPC no mês teve variação de 0,167% em relação a março, diz Acirp.
Leite e frutas, como o tomate, contribuíram para elevar custo de vida.

A tarifa de energia elétrica voltou a ser a principal vilã no bolso dos ribeirão-pretanos em abril, com variação de 3,62% em relação a março, segundo o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) calculado pela Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp) em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).
“A energia elétrica foi e está sendo o grande vilão por causa da política do governo de baixar o preço dos ativos das empresas de energia. Isso fez com que as geradoras, transmissoras e distribuidoras tivessem uma descapitalização das ações, e o governo acabou repassando esse prejuízo para a população”, explicou a o economista Fred Guimarães, coordenador da pesquisa.

Guimarães destacou ainda que a alta nas contas de eletricidade acaba sendo repassada no preço final dos produtos. "Tem muito produtor rural que está convivendo com o clima hostil: hora muito calor, hora muito frio, seca, chuva. Isso impacta na produção. Se ele paga uma energia elétrica maior, o preço do produto também vai aumentar”, disse.

Inflação
No mês passado, o IPC em Ribeirão teve variação de 0,167% em relação a março, o que significa aumento no custo de vida da população. Além da energia elétrica, o leite também contribuiu para o resultado final do índice - o preço do produto variou 2,87% nos dois últimos meses. Frutas como mamão, manga e tomate também ganharam destaque no ranking, com variação de 17,40%, 16,57% e 9,10%, respectivamente, entre março e abril.

Segundo Guimarães, a expectativa é que o tomate e o leite continuem entre os maiores vilões. Em abril, o quilo da fruta era vendido pelo preço médio de R$ 5,84 – 13% a mais que no mesmo período do ano passado. Em maio, alguns supermercados e varejões já comercializam o mesmo produto por R$ 10 o quilo. “Também foi anunciado um aumento da tarifa de água nos próximos meses. Então, é uma tendência de que haverá inflação em maio”, disse.

Remédios mais caros
O grupo Saúde, que abrange preços de medicamentos e planos de assistência médica, teve variação de 1,22% em abril, em relação a março, segundo o levantamento da Acirp. O preço dos anti-inflamatórios e antirreumáticos, por exemplo, subiram 4,4%. Já entre os antibióticos e substâncias anti-infecciosas, o aumento foi de 3,9%.
O economista explicou, no entanto, que a contribuição do setor é pequena no resultado final do IPC da cidade. “Existe uma estimativa de que Ribeirão tem 40% a mais de pessoas nas classes A e B, do que no restante do país, e 18% a mais do que no resto do interior de São Paulo. Então, as pessoas têm uma renda maior e a saúde acaba pesando menos. Gastos com saúde pesam mais para as classes C, D e E”, afirmou.

Gastar menos
Além de orientar a costumeira pesquisa de preços, o economista afirma que a população não deve gastar mais do que recebe, ou seja, nesse momento de dificuldade econômica, é preciso respeitar ainda mais o orçamento.
“Cada consumidor tem um tamanho de bolso. O que as pessoas precisam entender é que não podem gastar mais do que ganham, ou o que ainda nem ganharam”, destacou Guimarães.

Por outro lado, o coordenador da pesquisa também critica a política econômica do Governo Federal, afirmando que o equilíbrio só será alcançado a partir de um corte de gastos no sistema público.

“O governo está tentando criar confiança na população, só com o aumento dos juros. Dessa forma, não cria confiança. Você cria confiança na medida em que tem um governo mais enxuto, que gaste menos, que economize e faça o mesmo que a população está fazendo", disse.
 
 
 Em 4 meses, Ribeirão Preto registra o triplo de casos de dengue de 2014
Até abril, 1.139 moradores foram infectados, contra 400 no ano passado.
Zona leste reúne maioria dos pacientes, seguida das zonas oeste e norte.

O número de casos de dengue em Ribeirão Preto (SP) no mês de abril é 448% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, segundo balanço divulgado pela Vigilância Epidemiológica nesta sexta-feira (15). Considerando os quatro primeiros meses do ano, a incidência da doença já é quase três vezes maior que o total de casos em 2014: 1.139 moradores foram infectados, contra 400 em todo o ano passado.
A situação, no entanto, ainda não é considerada alarmante pela Secretaria Municipal da Saúde: o número é bem inferior aos 13 mil casos confirmados em 2013, a última vez em que a cidade enfrentou uma epidemia da doença. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é considerada epidemia somente quando o total de casos passa de 300 por 100 mil.

A zona leste é a que concentra maior número de moradores infectados: até abril, 425 casos foram confirmados na região. Em segundo lugar no ranking está a zona oeste, com 256 pacientes com a doença, seguida pela zona norte, com 195 confirmações. A zona sul é a que tem o menor índice de casos: 112.
Nenhum caso de infecção pelo vírus chikungunya - transmitido pelo Aedes Aegypti, o mesmo mosquito que transmite a dengue - foi confirmado entre os ribeirão-pretanos. Segundo o boletim da Vigilância Epidemiológica, apenas três suspeitas foram notificadas em fevereiro.
Na região de Ribeirão Preto, sete cidades já confirmaram epidemia de dengue este ano: Franca (SP), Cajuru (SP), Bebedouro (SP), Altinópolis (SP), Brodowski (SP), Luiz Antônio (SP) e Santa Rosa de Viterbo (SP). O caso mais alarmante ainda é o de Bebedouro, onde 3.029 moradores sofrem com a doença.
 
 
 Trânsito não gera perigo para a Catedral de Ribeirão Preto, revela laudo
O trânsito veicular da rua Florêncio de Abreu e nas outras ruas perimetrais não gera vibrações que ultrapassam os limites previstos para estruturas sensíveis em correspondência com as fundações da igreja, aponta o laudo da empresa Consultoria Geofísica EEG Ltda., contratada para verificar eventuais danos ao prédio da Catedral Metropolitana com vibrações provocadas pelo tráfego de veículos pesados no entorno.

Ainda de acordo com o laudo, “os valores máximos de vibrações registrados nas ruas no entorno da Catedral ficam em torno de 1/6 do limite da Norma Internacional DIN 4150, que é de três milímetros por segundo, não representando perigo para o edifício e assim, não podem ser considerados causa do processo que está provocando lesões no interior do edifício”.

O resultado dos estudos foi divulgado na última sexta-feira (15), pela prefeita Dárcy Vera (PSD) e pela Transerp, empresa que gerencia o trânsito e o transporte urbano de Ribeirão Preto. O laudo foi enviado ao Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico), entidade que solicitou a realização dos estudos diante da instalação da estação de ônibus na Praça das Bandeiras.

“Agora vamos aguardar a resposta do Condephaat e essa decisão será técnica, para que possamos iniciar a instalação da estação de ônibus na Praça das Bandeiras e assim facilitar mais a vida do usuário do transporte coletivo”, destacou a prefeita.

Estação Praça das Bandeiras

As cinco plataformas que serão instaladas no entorno da Praça das Bandeiras, sendo duas na rua Florêncio de Abreu, duas na rua Américo Brasiliense e uma na Visconde de Inhaúma, irão resultar em agilidade no embarque, segurança e conforto dos usuários do transporte coletivo em Ribeirão Preto.

Cada plataforma terá capacidade para atender ao embarque e desembarque de dois ônibus simultaneamente, e poderá abrigar até 120 passageiros. Cerca de 40 mil usuários serão beneficiados diariamente.

Nas plataformas localizadas nas ruas Américo Brasiliense e Visconde de Inhaúma serão implantadas catracas, delimitadas com paredes de vidro e terão portas automáticas para o acesso aos ônibus. Nessas condições, poderão embarcar no mínimo quatro passageiros simultaneamente em cada ônibus, reduzindo o tempo de parada.

Já os pontos em frente à Catedral serão abertos, semelhantes aos que existem hoje no local, só que com uma cobertura maior para conforto dos passageiros.

O projeto, além de respeitar as especificações do Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico) e não interferir no visual e na estrutura da Praça das Bandeiras, também vai manter os exemplares de árvores que estão no local.

Nos pontos de parada existentes na rua Florêncio de Abreu são atendidos 38 linhas, que somam 109 ônibus por hora no horário de pico.

Na rua Américo Brasiliense os pontos de parada recebem 34 linhas e 112 ônibus por hora no horário de pico. Já na rua Visconde de Inhaúma são 7 linhas e 24 ônibus por hora no horário de pico.

Importante ressaltar que a quantidade de linhas e ônibus que circula atualmente nos três locais, será mantida após a conclusão da instalação da Estação Praça das Bandeiras.

Fonte: Prefeitura de Ribeirão Preto
 
 
 Mercado de artes amadurece e galeristas destacam aumento nos negócios
Belo Horizonte terá a sua primeira feira especializada em artes visuais entre os dias 23 e 26 de maio, no Minascentro

Toda vez que um martelo é batido selando um novo leilão de arte, levanta-se a questão: como anda o mercado de artes no Brasil? Desta vez, o responsável pelo burburinho é o quadro de Picasso As mulheres de Argel, arrematado na segunda-feira, em Nova York, por US$ 179,3 milhões (cerca de R$ 537 milhões) e o mais caro leiloado na história. Longe do valor astronômico, no Brasil, 80% das obras são negociadas em galerias, por valores entre R$ 600 e R$ 15 mil. Em Minas Gerais, o mercado das artes cresce a cada dia, apontando novos comportamentos de consumo. Uma peça de Almílcar de Castro, por exemplo, já foi leiloada na cidade por R$ 1,8 milhão.

Terceiro mercado consumidor de arte do país, depois da abertura ao público do Centro de Artes Contemporânea Inhotim e da criação do circuito de museus na Praça da Liberdade, Minas tem alavancado bons negócios na área. Prova disso é que, Belo Horizonte terá, enfim, a sua primeira feira especializada em artes visuais, que acontece entre os dias 23 e 26 de maio, no Minascentro. Serão 30 galerias participantes, e a estratégia é dobrar esse número em 2016 e, no ano seguinte, contar com galeristas internacionais.

Em São Paulo, a SP Arte, maior do Brasil, teve, em abril, a sua 11 edição, com um público de 23 mil pessoas, e um volume de vendas de R$ 140 milhões. Os valores, segundo comenta o presidente da Associação Brasileira de Arte (Abart), Amilton Soares Júnior, há hoje uma geração que começa a sentir a necessidade de mudança de valores. “Por muito tempo, as pessoas se destacavam pela roupa que usavam, hoje, é pela obra que ela têm”, afirma. Sócia da galeria Celma Albuquerque, em BH, Flávia Albuquerque diz que, há 30 anos no mercado da capital, vê um crescimento no interesse das pessoas pelas obras, principalmente do público jovem. “BH cresceu muito nessa área depois do circuito dos museus e de Inhotim. Tornou-se um mercado respeitado”, afirma. “Agora, as pessoas passaram a olhar para arte como uma forma de investimento e, mais conscientes, procurando conhecer melhor os artistas”, diz. A galeria de Flávia faz seis exposições por ano.

Segundo Murilo Castro, dono de uma galeria na capital que leva o seu nome, o mercado de BH é maduro. “Há um potencial muito grande. A feira de arte é importante para mostrar a vitalidade do setor”, diz. Segundo ele, a arte é, em uma crise econômica nacional, a última a sofrer e a primeira a sair.

Para Murilo, o mercado de artes visuais pode ser divido em duas áreas: primária e secundária, sendo que, a primeira é referente às exposições. “A secundária são os leilões que é uma atividade de vendas de obras de arte, mais voltada para colecionadores”, diz.

Um dos sócios do Errol Flynn, galeria de arte em BH, Leonardo Reis,  explica que, no local são feitas quatro exposições e quatro leilões por ano e, antes, as vendas chegavam a 30% das obras oferecidas. “Nos últimos que fizemos, esse percentual foi para 95%”, comemora. Ele revela oferecer ao cliente a opção de pagameno parcelado em até 10 vezes. “É uma forma de atrair as pessoas. A arte brasileira tem sido vista como um bom investimento. As pessoas têm procurado artistas novos e com bom potencial para investir.”
 
 
 Humberto Espíndola O Rei do Gado das Artes Plásticas
Travessia, de Espíndola, ajuda a compreender a importância da figura bovina no imaginário do povo mato-grossense.

Bois, vacas e cavalos tomaram de assalto a cidade de Cuiabá e instalaram-se num local que respira arte na capital mato-grossense: A Casa do Parque.

Nesta quinta-feira (14) o espaço de cultura promove a exposição Travessia, de Humberto Espíndola, um dos expoentes da cultura de Mato Grosso e do Brasil. O acervo, que conta com 49 obras do artista, chama a atenção pela identificação com figuras bovinas estilizadas das mais diversas maneiras – humanizadas ou em seu estado de natureza.

Vestido elegantemente e com um sorriso nos lábios, Espíndola conta ao Circuito Mato Grosso a fonte de inspiração para suas telas, que já apresentaram ao Japão, Alemanha, Venezuela, Colômbia, à Bienal de Veneza e outras cidades do Brasil e do mundo um pouco da cultura e do talento do povo brasileiro.

“Queria levar uma mensagem da arte mato-grossense ao mundo. Vi os grandes artistas da pop art norte-americana mostrarem o american way of life e quis retratar o nosso jeito de viver. Como sou de Mato Grosso, percebi que o boi estava no centro de tudo o que acontecia na sociedade: no comércio, nas conversas de bar, em todos os lugares. Com uma linguagem contemporânea, comecei a fazer essas pinturas em série, há cinquenta anos”, diz ele.

O acervo conjunto pertence a empresária Erika Abdala e a arquiteta Patrícia Marques, que explica seu primeiro contato com Espíndola, ainda na época em que frequentava o curso superior.

“Como sou arquiteta, estudamos o Humberto ainda na faculdade. Ele é um dos precursores da arte no Estado. Aproveitando que ele começou a fazer essas pinturas em série há 50 anos, eu e a Erika resolvemos fazer essa homenagem”, conta ela.

A exposição, que começou as 19h:00 desta quinta-feira na Casa do Parque, contou com a presença de amigos do artista, como o engenheiro civil Ronaldo Rosa Taveira que prestigiou o trabalho de Espíndola na noite cuiabana.

“Sou amigo do Humberto desde que ele residia em Cuiabá. Fiz questão de vir aqui prestigiar o trabalho de um dos artistas mais importantes do nosso Estado e do Brasil. São pessoas de talento, que precisam ser valorizadas”, sublinha.

Autor do mural “Bovinocultura”, que orna a parte externa da sede do poder executivo de Mato Grosso – o Palácio Paiaguás -, Humberto fala de sua grande inspiração, o pintor holandês Van Gogh, e de sua formação como jornalista, fato que o possibilitou ter os primeiros contatos com o conhecimento acadêmico da arte. E para aqueles que afirmam que o artista não faz jornalismo, o expoente das artes plásticas brasileiras tem a resposta na ponta da língua.

“Para quem diz que nunca fiz jornalismo, digo que mostrei a cultura mato-grossense ao mundo.”

Serviço:

Travessia
Autor: Humberto Espíndola
Local: A Casa do Parque, rua Marechal Severiano de Queiroz, 455, Duque de Caxias – Cuiabá.
Período: De 14 de maio a 4 de julho de 2015
Funcionamento: De segunda a sábado, das 10h:00 a 00h:00. Entrada franca.
 
 
 Ribeirão Preto sedia 2º Encontro Racha de Viola
Evento acontece dia 17 de maio (domingo) e reunirá 55 duplas de violeiros de música raiz em doze horas ininterruptas de festa
 
No próximo domingo (17/05), das 8h às 20h, Ribeirão Preto sediará o 2º Encontro Racha de Viola. O evento reunirá centenas de pessoas e tem o objetivo de manter viva a tradição da música sertaneja de raiz.

Na programação, 55 duplas de violeiros, de diversos estados, entre eles Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais e São Paulo vão animar a festa. Algumas duplas, como Lourenço e Lorival e Zé Mulato e Cassiano, já confirmaram presença.

A comemoração será aberta por uma missa que contará com um espetáculo da Orquestra de Violeiros Mistura Boa. Um carro de boi, acompanhado de um cortejo de cavaleiros levará a padroeira, Nossa Senhora Aparecida, até o local da celebração.

Um dos destaques será a Comitiva Esteio de Aroeira, coordenada por Carlinhos Festucci, de Ribeirão Preto, que irá demonstrar as tradições dos tropeiros durante suas viagem, como, por exemplo, o preparo do café que será torrado e socado no local com o “jeitinho” artesanal e rústico. A Comitiva também irá tocar berrante. Os visitantes poderão apreciar uma exposição de antiguidades e no espaço serão vendidos artesanatos. Um motoclube aproveitará a ocasião e fará a sua tradicional reunião.

Para o organizador do evento José Carlos Oliveira do Carmo, mais conhecido como JC Viola de Ouro, o evento está sendo desenvolvido especialmente para que a nova geração conheça um pouco da cultura caipira. “Tenho lutado pela preservação deste hábito e de outras manifestações populares. É gratificante receber os pais que levam os seus filhos para que eles saibam um pouco mais sobre os costumes em que eles cresceram. Estamos preparando momentos de grande emoção para o público”, explica.

“Ribeirão Preto é uma cidade de miscigenação cultural com uma grande influência da zona rural. A música sertaneja reporta os hábitos e o legado das fazendas, revelando o sentimento caipira e atendendo as expectativas das pessoas que gostam de resgatar as suas tradições. É gratificante apoiar e manter viva a verdadeira música sertaneja, a autêntica moda de viola que fala da vida simples do campo, que é a base da nossa identidade cultural”, comenta Carminha Rezende, relações públicas do evento.

Serviço
2º Encontro Racha de Viola
Data: 17 de maio – domingo
Horário: das 8h às 20h
Local: Sítio Pau D’alho – Rodovia Anel Viário Contorno Norte, Km 328 , Vila Monte Alegre
Ingressos: R$ 20
Informações: (16) 9 9226-4941/ 9 9137-5262

Programação

8h – Missa Sertaneja

10h – Inicio das apresentações

20h - Encerramento

Apoio - Núcleo da Notícia Comunicação Corporativa e Prefeitura de Ribeirão Preto com a Secretaria da Cultura e Secretária da Infraestrutura

Realização – Rádio Viola de Ouro

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O 2º Encontro Racha de Viola acontecerá no próximo domingo (17/5) e reunirá centenas de pessoas com o objetivo de manter viva a tradição da música sertaneja de raiz 
Divulgação 
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Data 17/05/2015
Endereço Rodovia Anel Viário Contorno Norte, Km 328 , Vila Monte Alegre
Cidade RIBEIRÃO PRETO Estado SÃO PAULO País BRASIL
 
 
 Idosos e pessoas com deficiência terão isenção do pagamento da área azul em Ribeirão Preto
A sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Ribeirão Preto, realizada nessa quinta-feira (14), começou com um apelo da Orquestra Sinfônica da cidade, onde foi pedida a contribuição para que se resolva a crise financeira vivida pela orquestra. A Sinfônica criou uma campanha para atrair novos sócios, que pode ser vista através do site www.sinfonicaderibeirao.org.br. Após o fato, o coral fez uma breve apresentação.

A partir daí deu início a votação da noite com a aprovação do projeto que autoriza a Prefeitura a abrir crédito especial de R$ 136 mil para o orçamento da Secretaria de Esportes. Em seguida foi aprovado o projeto que estabelece acesso do contribuinte ao site da prefeitura para consulta sobre sua situação fiscal referente a tributos municipais e multas.

Depois, foi aprovado o projeto que isenta o pagamento de área azul para pessoas deficientes e idosos. Logo após, foi aprovada a redação final do projeto que constitui CEE (Comissão Especial de Estudos) para analisar e tomar providências sobre as obras de reforma do calçadão.

Logo após, foi aprovado o projeto que declara como Hóspede Oficial do Município o secretário diretor geral do Tribunal de Contas do Estado, Sérgio Ciquera Rossi. Adiante, foram aprovados os projetos que concedem o Título de Cidadão Ribeirão-pretano a Celso Yunes Portiolli e Carlos Roberto Massa.

Em seguida, foi aprovado o projeto que obriga as farmácias e drogarias a receberem medicamentos com prazo de validade vencido para descarte. Depois, foi aprovado o projeto que institui o Dia do Defensor Público a ser comemorado no dia 19 de maio. Logo após, foi aprovado o projeto que autoriza a realização de sessão solene no dia 15 de junho de 2015 para homenagear os Radialistas.

Por fim, mais duas denominações de logradouros públicos ou próprios municipais foram aprovadas no município, em nomes de “Ricardo Baracchini” e “Emma Josefa Miranda”.
 
 
 Festival Imagine Brazil tem semifinal em Ribeirão Preto neste domingo
Imagine Brazil, festival realizado pela Organização Social de Cultura Amigos do Guri - gestora do Projeto Guri, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, no interior e litoral do estado - chega à segunda fase eliminatória de sua primeira edição no País. Rock, pop, hip hop, sertanejo, rap, MPB, música erudita, jazz, gospel e reggae fazem parte da mescla de gêneros que serão representados ao longo do festival, que somada ao ganho de experiência profissional e o contato com diferentes culturas formam o conceito do Imagine, uma competição internacional de música voltada para o público jovem.

Após a análise dos áudios e vídeos recebidos no período de inscrições, uma banca avaliadora do festival escolheu 50 semifinalistas – entre solistas e grupos de até oito integrantes – para se apresentarem em teatros do interior paulista. Agora, entre maio e junho, cinco profissionais da música, brasileiros, e um membro da Jeunesses Musicales International (JMI) – maior ONG de música para jovens do mundo e idealizadora do festival – selecionarão, ao todo, 10 participantes para a grande final na capital paulista, dia 4 de julho, no Centro de Cultura Judaica.

Das cinco semifinais no interior, abertas ao público, a primeira acontece na cidade de Ribeirão Preto, neste domingo (17), às 17h, no Teatro Municipal de Ribeirão Preto. Nesta etapa, os jovens – de 13 a 21 anos – serão avaliados segundo os quesitos: qualidade musical e interpretação, comunicação e carisma, originalidade e repertório e preparação. Entre os participantes estão solistas de hip hop, grupos de rock e rock hardcore, duplas sertanejas e conjuntos de MPB, de cidades como Franca, Batatais, Palestina, São José do Rio Preto, São Joaquim da Barra, além de Ribeirão Preto.

Prêmios e grandes experiências de carreira

Quem vencer o Imagine Brazil 2015 receberá um instrumento da marca Yamaha, 12 horas gratuitas em um estúdio para a gravação de um EP (extended play), além de participar da Final Internacional do Imagine – com todas as despesas pagas pelo concurso –, em 2016, na Croácia, concorrendo com vencedores de outros países a uma turnê pelas demais edições do festival na Europa e a um plano de negócios.

Os escolhidos para a grande final, que acontece dia 4 de julho, contarão com vivências inéditas, em São Paulo capital, onde participarão de workshops e master classes com profissionais da cena musical brasileira de diversas especialidades.  Serão atividades de formação técnica, entre elas: composição, performance de palco e produção.

O finalista brasileiro passará também por jam sessions e workshops de capacitação musical, ao lado de profissionais internacionais e jovens músicos de diversas nacionalidades.



Serviço – Semifinal Imagine Brazil em Ribeirão Preto:

Data: 17 de maio de 2015 (domingo)

Horário: 17h

Local: Teatro Municipal de Ribeirão Preto

Endereço: Praça Alto de São Bento, s/n – Ribeirão Preto

Entrada gratuita: retirada de ingressos com 1 hora de antecedência, no local do evento.
 
 
 Jogos Abertos: Ribeirão Preto terá audição para cerimônia de abertura neste domingo
Com proposta de envolver a população ribeirão-pretana na organização dos 79º Jogos Abertos Horácio Baby Barioni, que serão realizados em outubro, em Ribeirão Preto, a Secretaria Municipal de Esportes promove neste domingo (17) uma audição para selecionar candidatos, principalmente pessoas com vivência de dança ou ginástica, interessados em participar da Cerimônia de Abertura dos jogos. A audição será às 10h, na Quadra 1, do Poliesportivo da Cava do Bosque.

Os candidatos devem ter idade acima de 15 anos e serão avaliados observando-se quesitos básicos de musicalidade, ritmo, coordenação, projeção de palco, entre outros itens. A banca examinadora será formada por Fernanda Santos, Jack Dancer, Samira Heloani, Elídio Antonelli Jr e Marisol Gallo. “A expectativa é selecionar cerca de 300 pessoas”, disse a professora Nicéia Regina, responsável pela coordenação geral do evento.
 
 
 
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