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 Madame Georges Charpentier e suas filhas
O seu óleo “Madame Georges Charpentier e as filhas” (1878) mostra uma mulher segura e realizada e duas crianças para quem ela é o centro do mundo. 

“O retrato da Senhora Charpentier e as filhas” mereceu muitos elogios dos críticos da época, entre eles Castagnary, cuja a opinião tinha grande peso na sociedade, declarou que era “uma das obras mais interessantes. A paleta é de uma grande riqueza, a observação é tão minuciosa quanto a execução é livre e espontânea. Tem os elementos de uma arte viva que esperamos confiadamente o desenvolvimento futuro”.

Madame Georges Charpentier e suas filhas (1878)
 
 
 Le Moulin de la Galette
O baile no moulin de la galette (em francês: Le bal du moulin de la galette) é uma pintura realizada a óleo sobre tela em 1876, pelo impressionista francês Pierre-Auguste Renoir, consagrada como um marco da pintura impressionista.

O quadro foi pintado em Paris, no bairro de Montmartre, e retrata um tema frequente na pintura impressionista e que se encontra na base do movimento: o quotidiano burguês.

Esta pintura é, indubitavelmente, a mais célebre e significativa obra de Renoir. Foi exibida pela primeira vez no Salon em 1877, na exposição dos impressionistas. Ainda que o rosto de alguns dos seus amigos apareçam na imagem, como o cubano Cárdenas à esquerda dançando com uma moça, e Frank Lamy, Norbert Goeneutte e Georges Rivière sentados à mesa, a intenção de Renoir era captar a vivacidade e a atmosfera alegre desta popular dança de jardim no bairro de Montmartre, nas imediações do Moulin (moinho), hoje celebrizado pela tela. Inicialmente local de vendas de um pãozinho, passou a ser ponto de encontros, unindo bar, restaurante (ativo até hoje) e salão de danças; e dessa forma Renoir representou a belle époque (1870-1914) de Paris na França, um período de grande florescer artístico e econômico. O estudo da multidão em movimento, a inclusão lumínica natural e artificial e outros efeitos, foram concretizados através de pinceladas de cores vibrantes. A aparência um tanto desfocada da cena, capta algumas críticas negativas desde o seu tempo até à atualidade.

A interpretação da vida popular parisiense, com o seu estilo inovador e formato imponente, assina a ambição artística de Renoir. A descontração das personagens, a sombra imposta pela copa das árvores, os resquícios de luz natural que recaem sobre os vestidos das senhoras e os chapéus dos senhores em primeiro plano, e tantos outros elementos neste quadro, tornam-no numa das principais obras-primas do Impressionismo.

A obra foi adquirida por Gustave Caillebotte que a deixou ao estado francês, juntamente com toda a sua colecção. Porém, Renoir fez uma pequena cópia desta tela, que se tornou uma das telas mais caras já vendida. Hoje é tida como a décima tela mais cara do mundo.
 
 
 O Camarote
L'avant-scéne ou La loge, em português, O Camarote, é uma pintura de Pierre-Auguste Renoir. É uma das mais iconográficas imagens associadas à pintura do Impressionismo, especialmente à pintura efémera de Renoir.

Foi realizada a óleo sobre tela em 1874, e pertence à coleção da Universidade de Londres, existindo também uma cópia menor da mesma obra-prima pertencente a uma coleção privada.

A imagem descreve um casal burguês sentado no seu camarote na ópera de Paris. Renoir pinta uma figura feminina que olha diretamente para o espectador, e num plano mais recuado, o seu acompanhante masculino olhando pelo binóculo o resto da assistência. O retrato é o primeiro de uma série da mesma tipologia, baseada em retratos femininos, especialmente.

A obra encarna perfeitamente o espírito da pintura de Renoir, primando pela aparência imaculada da retratada, o retrato do quotidiano burguês e a instropectividade da cena. Esta tela terá sido também uma das influências na concepção de Le bal du moulin de la galette.
 
 
 Cristo na casa de Marta e Maria
Cristo na casa de Marta e Maria (1618 - 1619)
A obra aborda uma temática religiosa, situação que predominava na pintura de Sevilha na época. A cena principal, no entanto, acontece em um segundo plano da composição, pois pessoas comuns ocupam o primeiro plano. O que Velázquez fez foi trazer o tema religioso para o cotidiano popular da época. Esta abordagem de Velázquez é contrária (e inovadora) àquilo que caracterizava a pintura de Sevilha. Ele introduziu elementos próprios da pintura de Natureza-Morta, como alimentos, objetos e utensílios domésticos, e da Pintura de gênero, como os afazeres domésticos, na representação de uma passagem bíblica (sobre arte com temática religiosa, ver Claustro).

As roupas dos personagens demonstram uma certa rigidez, o que pode nos remeter a volumes escultóricos das formas, relacionado à preocupação com a aparência e textura dos objetos, própria da primeira fase de trabalhos do artista. No desenvolvimento de sua pintura, essa preocupação cede lugar às manchas de cor, revelando as suaves e penetrantes gradações de luz nas formas. Outra característica da fase inicial é o predomínio das tonalidades sombrias, marrons e sienas, que se contrastam com a luz. A luz, importante elemento visual da arte do barroco, é o que dá ritmo à obra, conduzindo o olhar sobre a composição e aos níveis de profundidade (ver Iluminação). 

Até os ovos e peixes, ali destacados em uma ação culinária, representam a vida religiosa do povo espanhol da época, são alimentos consumidos durante a Quaresma, época de jejum e de penitência entre os católicos. É uma composição em que a referência de uma vida espiritual se apoia no ser humano. As pessoas representadas são comuns, mas nem por isso deixam de ser tratadas como seres individualizados. Na há estereótipos nos personagens, mas personalidade e sentimentos, reflexos da natureza humana - outra característica da arte barroca.
 
 
 Infanta Margarida da Áustria
Muito interessante é “A infanta Margarida da Áustria”, a última pintura na qual trabalhou o artista antes de morrer, e que foi finalizada por seu genro e discípulo, Juan Bautista Martínez Del Mazo. 

Ao discípulo são atribuídas as mãos e a cabeça. Os especialistas não hesitam em afirmar que o rosto também não foi pintado por Velázquez, porque demonstra uma técnica mais pobre do que a do sevilhano. Do mesmo modo, o cortinado do fundo deve ter sido pintado por Del Mazo, tanto por suas formas como pelas variações cromáticas. Em compensação, pertence a Velázquez a maravilhosa vestimenta da menina, na qual predominam as tonalidades prata e rosa, com numerosos reflexos.

O catálogo do Prado descreve o traje como “valona ajustada ao rosto, caso sem gola com grandes faldas e saia-balão rosa com tecido em prata”.
Velázquez demonstra sua maturidade ao pintar o vestido, os encaixes das mangas, o ramalhete de rosas e violetas da mão esquerda e o lenço de extraordinária transparência pendurado na mão esquerda.
A vestimenta da princesa, ainda que exagerada para os olhos contemporâneos adquire realidade incontestável graças a um pincel solto e leve.
 
 
 Retrato do Papa Inocêncio X.
Velázquez dedicou a maior parte do seu trabalho à execução de retratos das gentes da corte.

Na sua condição de pintor da corte de Filipe IV de Espanha recebeu muitas encomendas e aquando da sua segunda visita a Itália pintou o retrato do Papa Inocêncio X (1650).

Ao executar este quadro escolheu uma composição e uma paleta de cores inspirada nos quadros de Rafael, Ticiano e outros pintores do Renascimento Italiano. 

É de realçar o excepcional realismo com que Velázquez pintou o rosto do Papa Inocêncio X.
 
 
 Vênus ao espelho ou Vênus olhando-se ao espelho
Vênus ao espelho ou Vênus olhando-se ao espelho (em espanhol: La venus del espejo) é uma pintura de Diego Velázquez (1599-1660), principal artista do Século de Ouro Espanhol. Concluída entre 1647 e 1651 e provavelmente pintada durante permanência do artista na Itália, a pintura apresenta a deusa Vênus numa posição sensual, deitada em uma cama e olhando em um espelho segurado pelo seu filho Cupido, o deus romano do amor físico. A pintura está exposta na National Gallery, em Londres, sob o título The Toilet of Venus ou The Rokeby Venus.

Nus eram extremamente raros na arte espanhola do século XVII, durante o qual a sociedade foi ativamente controlada por membros da Inquisição espanhola. Apesar disso, nus de artistas estrangeiros foram intensamente colecionados pelo círculo de frequentadores da corte, e esta pintura foi pendurada na casa de cortesões espanhóis até 1813: pertenceu à Casa de Alba e a Manuel de Godoy, quando era conservada no Palácio de Buenavista de Madrid. Depois foi levada para a Inglaterra para ser pendurado em Rokeby Park, Yorkshire, de onde provém seu apelido Rokeby Venus. Em 1906, a pintura foi comprada pelo Fundo Nacional de Coleções de Arte para a National Gallery. Apesar de ter sido atacada e seriamente danificada em 1914 pela sufragista Mary Richardson, logo foi totalmente restaurada e voltou a ser exposta.

Não se sabe com certeza quando a tela foi pintada. Alguns assinalam 1648, antes da segunda viagem de Velázquez à Itália; outros afirmam que teria sido pintada durante sua segunda e última viagem à Itália, entre 1649 - 1651. O site da National Gallery e outros autores acreditam ter sido produzida ao redor de 1647 - 1651.

A Vênus ao espelho foi considerada durante muito tempo como uma das últimas obras de Velázquez. Em 1951, descobriu-se que fora citada num inventário datado de 1 de junho de 1651, na coleção particular de Gaspar de Haro y Fernández de Córdoba (1629 - 1687), marquês do Cárpio, um cortesão que mantinha laços estreitos com o rei Filipe IV da Espanha. Haro era sobrinho-neto do primeiro mecenas de Velázquez, o Conde-Duque de Olivares, e um conhecido libertino. Segundo o historiador de arte Dawson Carr, Haro amava a pintura quase tanto quanto amava as mulheres, e até mesmo os seus defensores lamentavam o seu excessivo gosto pelas mulheres de classe baixa durante a sua juventude. Por estas razões, parece possível que ele encomendasse a pintura. Como a pintura estava inventariada em 1651, a tela não poderia ser posterior à segunda viagem de Velázquez à Itália, da qual retornou em junho daquele ano, podendo tê-la pintado ali no final de 1650 ou no princípio de 1651 e remetido à Espanha antes do regresso do artista. Contudo, em 2001, o historiador de arte Ángel Aterido descobriu que a pintura pertencera antes ao marchant e pintor madrilenho Domingo Guerra Coronel, e que foi vendida a Haro em 1652, depois da morte de Coronel no ano anterior. A propriedade de Coronel sobre a pintura suscita uma série de questões: como e quando passou a ser posse de Coronel e por que o nome de Velázquez foi omitido naquele inventário. O crítico de arte Javier Portús sugeriu que a omissão poderia ser devido a se tratar de um nu feminino, um tipo de obra que estava cuidadosamente supervisionada e cuja divulgação era considerada problemática.

Estes fatos fazem com que seja difícil datar a pintura. A técnica pictórica de Velázquez não oferece ajuda, embora a forte ênfase na cor e no tom sugiram que a obra pertença ao seu período de maturidade. As melhores estimativas sobre sua origem apontam para que tenha sido terminada em finais da década de 1640 ou princípios da década de 1650, quer na Espanha, quer durante a última viagem de Velázquez à Itália. Se este for o caso, a espontaneidade e fluidez da execução e a dissolução da forma pode considerar-se marcando o começo do período final do artista. O consciente modelado e os fortes contrastes tonais da sua obra anterior são substituídos aqui por uma contenção e sutileza que culminaria na sua última obra mestra, As Meninas.
 
 
 A Família de Felipe IV (As Meninas)
La Familia de Felipe IV  ou Las Meninas
Óleo sobre tela: 3,18 x 2,76 mts.
Pintura Espanhola (Século XVII)
Diego Velásquez
 

Este quadro foi pintado  por Velásquez durante sua fase chamada "La Familia",
onde o artista representava cenas do cotidiano.
 Na cena, a jovem Margarita, da Áustria, encontra-se cercada 
por sua pequena corte de damas e empregados.
Não é um quadro estático, mas uma cena em movimento,
 onde  também estão os reis. Onde? Refletidos no espelho, fazendo pose,
exigindo mais um retrato de Velásquez que, empertigado frente
ao grande cavalete (à esquerda) simula copiar o casal de soberanos.
É o último e mais belo de todos os seus auto-retratos.

A cena transcorre dentro de uma estância do Alcázar de Madri,
decorada com uma série de quadros. Os personagens se agrupam em um primeiro plano juntamente com a figura principal,
a infanta Margarita, que ocupa a parte central do grupo;
a seu lado, Isabel Velasco e Agustina Sarmiento
 - las "meninas" - junto a esta última os irmãos María Bárbola
e Nicolás Pertusato perto de um mastím que descansa
com os olhos cerrados. 

Atrás deles, na penumbra, aparecem Marcela de Ulloa
e, segundo algumas fontes, Don Diego Ruiz de Azcona.
Na esquerda se encontra a figura de Velásquez com seus 
instrumentos de trabalho em frente de um grande cavalete que ocupa  o 
ângulo do quadro.

No fundo da habitação, junto a uma porta aberta, encontra-se Don José Nieto 
de Velásquez, camareiro da rainha, que é o centro perspectivo da obra. 
Ressalta na parede de fundo um espelho onde aparecem refletidas as figuras dos reis Felipe IV e Mariana da Áustria.

   Esta pintura, de 1656, ficou nas dependências do Alcázar
de Madri até o incêndio de 1734.
  Voltou ao Palácio Novo edificado sobre o solar incendiado.
   Veio para o  Real Museu de Pintura e Escultura (atual Museu do Prado) no 
começo do século XIX, com obras procedentes da coleção real.
 A pintura teve vários nomes, mas no Museu do Prado,
no catálogo redigido por Pedro de Madrazo, em 
1834, a obra foi chamada pela primeira vez "Las Meninas"
- expressão de origem portuguesa com que se designava
as acompanhantes de crianças reais no 
século XVII.
 
      A harmonia e a disposição das figuras é perfeita, a luz que banha a 
sala parece difusa, refletida, como deveria ser a luz para a 
execução de uma boa pintura. O clima é tranqüilo e a menina, a princesa, 
ainda muito jovem, com cinco anos aproximadamente, está muito concentrada em algo externo ao quadro, a ponto de negligenciar o gesto
da dama de honra que lhe oferece algo para beber.
 
 
 Diego Velázquez
Quem foi
 
Diego Rodríguez de Silva y Velázquez foi um importante pintor espanhol do século XVII. Destacou-se na pintura de retratos, principalmente de integrantes da nobreza espanhola. Fez parte do movimento artístico conhecido como barroco.
 
Biografia


- Velázquez nasceu em 6 de julho de 1599, na cidade de Sevilha (sul da Espanha).
 
- Filho de um advogado de origem portuguesa e  mãe sevilhana.
 
- Desde criança demonstrou grande interesse pela pintura. O pai, verificando este dom, levou Velázquez, com 11 anos de idade, para estudar pintura com o artista plástico naturalista Francisco Herrera.
 
- Em 1611, o pai levou Veláquez para ser aprendiz no ateliê de pintura do artista Francisco Pacheco.
 
- Veláquez casou-se com Juana, filha de seu professor de arte. Com ela teve uma filha chamada Francisca.
 
- Em 1622, viajou para Madrid e conheceu o poeta Luis de Góngora de quem pintou um retrato.
 
- Na década de 1620, começou a fazer importantes contatos artísticos e também entre a nobreza espanhola.
 
- Em 1623, foi nomeado pelo rei Felipe IV como o novo pintor real.
 
- Em 1629, conheceu o pintor barroco Rubens, de quem absorveu grande influência artística.
 
- Viajou em 1629, em missão oficial, para a Itália. Em Roma teve contato e estudou as obras do Renascimento.
 
- Em 1631, regressou para a Espanha e recebeu do rei da Espanha a missão de fazer um retrato do príncipe Baltasar Carlos.
 
- Em 1635, pintou uma de suas grandes obras de temática histórica: A rendição de Breda.

- Em 1648, viajou novamente para a Itália como embaixador e artista espanhol. Visitou Nápoles, Roma e Veneza, onde comprou obras de arte de Tintoretto, para o rei da Espanha.
 
- Em 1651, retornou para a Espanha e foi nomeado, pelo rei espanhol, Aposentador Real. Passou a dedicar mais tempo a atividade artística. Nesta fase produziu grandes pinturas como, por exemplo, A família de Felipe IV (conhecida como As Meninas) e A Fábula de Aracné (conhecida como As fiandeiras).
 
- Em 1659 foi condecorado com a Ordem de Santiago.
 
- Velázquez, acometido de uma grave doença, morreu em 6 de agosto de 1660, na cidade de Madrid.
 
Estilo artístico
 
- Enfatizou a elaboração de retratos de integrantes da nobreza e a pintura de cenas históricas. Também retratou elementos da mitologia.
 
- Mostrava detalhes em suas obras, privilegiando as expressões faciais, buscando a individualidade de cada personagem retratado.
 
- Presença em suas obras do tenebrismo (aplicação de fundo escuro) e do realismo (busca por detalhes para deixar a obra mais real possível) . Estas duas características foram típicas do barroco.
 

Principais obras de Velázquez:
- A Família de Felipe IV (As Meninas)
- Vênus ao Espelho (1647)
- Retrato do Papa Inocêncio X
- Retrato de Felipe IV
- Infanta Margarida da Áustria
- Cristo na casa de Marta e Maria (1618 - 1619)
- A forja de Vulcano (1630)
- O Príncipe Baltasar Carlos caçador
- O trinfo de Baco
- A rendição de Breda (1634)
- As Fiandeiras ( A fábula de Aracné)
- Sebastián Morra
 
 
 Vincent Van Gogh
Introdução
 
Van Gogh é considerado um dos principais representantes da pintura mundial. Nasceu na Holanda, no dia 30 de março de 1853. Teve uma irmã e um irmão chamado Theo. Com este irmão, estabeleceu uma forte relação de amizade. Através das cartas que trocou com com o irmão, os pesquisadores conseguiram resgatar muitos aspectos da vida e do trabalho do pintor.
 
Biografia
 
Começou a atuar profissionalmente ainda jovem, por volta dos 15 anos de idade. Trabalhou para um comerciante de arte da cidade de Haia. Com quase vinte anos, foi morar em Londres e depois em Paris, graças ao reconhecimento que teve. Porém, o interesse pelos assuntos religiosos acabou desviando sua atenção e resolveu estudar Teologia, na cidade de Amsterdã.  Mesmo sem terminar o curso, passou a atuar como pastor na Bélgica, por apenas seis meses. Impressionado com a vida e o trabalho dos pobres mineiros da cidade, elaborou vários desenhos à lápis.
 
Resolveu retornar para a cidade de Haia, em 1880, e passou a dedicar um tempo maior à pintura. Após receber uma significativa influência da Escola de Haia, começou a elaborar uma série de trabalhos, utilizando técnicas de jogos de luzes. Neste período, suas telas retratavam a vida cotidiana dos camponeses e os trabalhadores na zona rural da Holanda.
 
O ano de 1886, foi de extrema importância em sua carreira. Foi  morar em Paris, com seu irmão. Conheceu, na nova cidade, importantes pintores da época como, por exemplo, Emile Bernard, Toulouse-Lautrec, Paul Gauguin e Edgar Degas, representantes do impressionismo.  Recebeu uma grande influência destes mestres do impressionismo, como podemos perceber em várias de suas telas
 
Dois anos após ter chegado à França, parte para a cidade de Arles, ao sul do país. Uma região rica em paisagens rurais, com um cenário bucólico. Foi neste contexto que pintou várias obras com girassóis.  Em Arles, fez único quadro que conseguiu vender durante toda sua vida : A Vinha Encarnada.
 
Convidou Gauguin para morar com ele no sul da França. Este foi o único que aceitou sua ideia de fundar um centro artístico naquela região. No início, a relação entre os dois era tranqüila, porém com o tempo, os desentendimentos foram aumentando e, quando Gauguin retornou para Paris, Vincent entrou em depressão.  Em várias ocasiões teve ataques de violência e seu comportamento ficou muito agressivo. Foi neste período que chegou a cortar sua orelha.  
 
Seu estado psicológico chegou a refletir em suas obras. Deixou a técnica do pontilhado e passou a pintar com rápidas e pequenas pinceladas. No ano de 1889, sua doença ficou mais grave e teve que ser internado numa clínica psiquiátrica. Nesta clínica, dentro de um mosteiro, havia um belo jardim que passou a ser sua fonte de inspiração. As pinceladas foram deixadas de lado e as curvas em espiral começaram a aparecer em suas telas
 
No mês de maio, deixou a clínica e voltou a morar em Paris, próximo de seu irmão e do doutor Paul Gachet, que iria lhe tratar. Este doutor foi retratado num de seus trabalhos: Retrato do Doutor Gachet. Porém a situação depressiva não regrediu. No dia 27 de julho de 1890, atirou em seu próprio peito. Foi levado para um hospital, mas não resistiu, morrendo três dias depois.

Principais obras de Van Gogh:
 
- Os comedores de batatas (1885)
- Caveira com cigarro acesso (1886)
- A ponte Debaixo de Chuva
- Natureza morta com absinto
- A italiana (1887)
- A vinha encarnada
- A casa amarela (1888)
- Auto-retratos
- Retrato do Dr. Gachet
- Girassóis
- Vista de Arles com Lírios
- Noite Estrelada
- O Escolar
- O velho moinho (1888)
- Oliveiras (1889)
- Vista de Arles, Pomar em flor
- A Igreja de Auvers
 
Curiosidades sobrea a vida de Van Gogh:
 
- Durante sua vida, Vicent Van Gogh não conseguiu vender nenhuma de suas obras de arte.
 
- No final do ano de 1888, Van Gogh cortou a orelha direita. Alguns biógrafos da vida do artista afirmam que o ato foi uma espécie de vingança contra sua amante Virginie, depois que Van Gogh descobriu que ela estava apaixonada pelo artista Paul Gauguin. De acordo com esta versão, Van Gogh teria enviado a orelha ensanguentada, dentro de um envelope, para a amante.

 
 
 Sandro Botticelli
Quem foi

Botticelli foi um dos mais importantes artistas do Renascimento Cultural. Italiano, nasceu no ano de 1445 e morreu em 1510.


Desde jovem, dedicou-se à pintura mostrando grande talento para as artes. Em suas obras seguiu temáticas religiosas e mitológicas.


Este importante artista resgatou, de forma brilhante, vários aspectos culturais e artísticos das civilizações grega e romana. Chegou também a fazer retratos de pessoas famosas (príncipes, integrantes da burguesia e nobres) da época.


As pinturas de Botticelli são marcadas por um forte realismo, movimentos suaves e cores vivas.

Principais obras de Botticelli (pinturas):

- O Nascimento de Vênus
- A Primavera
- A Adoração dos Magos
- O Castigo dos Rebeldes
- A Tentação de Cristo
- Retrato de Dante Alighieri
- Nastagio Degli Onesti
- A Coroação da Virgem
- O Inferno de Dante
- Virgem com o Menino e dois Santos
- As provações de Moisés
 
 
 Salvador Dalí
Quem foi
 
Salvador Domingo Felipe Jacinto Dalí i Domènech nasceu em 11 de maio de 1904, na cidade espanhola de Figueres (Catalunha). Foi um dos mais importantes artistas plásticos (pintor e escultor) surrealistas da Espanha.
 
Vida do artista, fases e estilo
 
Desde a infância, Dalí demonstrou interesse pelas artes plásticas. No ano de 1921, entrou para a Escola de Belas Artes de São Fernando, localizada na cidade de Madri. Porém, em 1926, foi expulso desta instituição, pois afirmava que ninguém era suficientemente competente para o avaliar.
 
Nesta fase da vida, conviveu com vários cineastas, artistas e escritores famosos, tais como: Luis Bruñel, Rafael Alberti e Frederico Garcia Lorca.
 
Em 1929, viajou para Paris e conheceu Pablo Picasso, artista que muito influenciou a produção artística de Dalí. No ano seguinte, começou a fazer parte do movimento artístico conhecido como surrealismo.
 
A década de 1930 foi um período de grande produção artística de Dali. Nesta fase, o artista representava imagens do cotidiano de uma forma inesperada e surpreendente. As cores vivas, a luminosidade e o brilho também marcaram o estilo artístico de Dali. Os trabalhos psicológicos de Freud influenciaram muito o artista neste período É desta fase uma de suas obras mais conhecidas “A persistência da Memória”, que mostra um relógio derretendo.
 
Em 1934, Dali casou-se com uma imigrante russa chamada Elena Ivanovna Diakonova, conhecida como Gala.
 
Em 1939, foi expulso do movimento surrealista por motivos políticos. Grande parte dos artistas surrealistas eram marxistas e justificaram a expulsão de Dalí, alegando que o artista era muito comercial.
 
Em 1942, Dali e sua esposa foram morar nos Estados Unidos, país em que permaneceu até 1948. Voltou para a Catalunha em 1949, onde viveu até o final de sua vida.
 
Em 1960, Dali colocou em prática um grande projeto: o Teatro-Museo Gala Salvador Dali, em sua terra natal, que reuniu grande parte de suas obras.
 
Em 1982, com a morte de sua esposa Gala, Dali entrou numa fase de grande tristeza e depressão. Parou de produzir e se recusava a fazer as refeições diárias. Ficou desidratado e teve que ser alimentado por sonda. Em 1984, tentou o suicídio ao colocar fogo em seu quarto. Passou a receber o cuidado e atenção de seus amigos.
 
Dali morreu na cidade de Figueres, em 23 de janeiro de 1989, de pneumonia e parada cardíaca.
 
Principais obras de Salvador Dalí:
 
1922 - Cabaret Scene e Night Walking Dreams
1925 - Large Harlequin and Small Bottle of Rum
1926 - Basket of Bread e Girl from Figueres
1927 - Composition With Three Figures e Than Blood
1929 - O Grande Masturbador
1929 - Os Primeiros Dias da Primavera
1931 - A Persistência da Memória
1931 - A Velhice de Guilherme Tell
1932 - O Espectro do Sex Appeal,
1932 - O Nascimento dos Desejos Líquidos
1932 - Pão-antropomorfo catalão
1933 - Gala Com Duas Costeletas de Carneiro em Equilíbrio Sobre o Seu Ombro
1936 - Canibalismo de Outono
1936 - Construção Mole com Feijões Cozidos
1938 - España 1938
1937 - Metamorfose de Narciso
1937 - Girafa em Chamas
1940 - A Face da Guerra
1943 - Poesia das Américas
1944 - Galarina e Sonho Causado Pelo Voo de uma Abelha ao Redor de Uma Romã um Segundo Antes de Acordar
1945 - A Cesta do Pão
1946 - A Tentação de Santo Antônio
1949 - Leda Atômica
1949 - Madona de Portlligat.
1951 - Cristo de São João da Cruz
1954 - Crucificação ("Corpus Hypercubus")
1956 - Natureza-Morta Viva
1958 - Rosa Meditativa
1959 - A Descoberta da América por Cristóvão Colombo
1970 - Toureiro Alucinógeno
1972 - La Toile Daligram
1976 - Gala Contemplando o Mar
1983 - The Swallows Tail.
 
 
 Rafael Sanzio
Quem foi
 
Rafael Sanzio foi um importante artista plástico italiano da época do Renascimento Cultural. Nasceu na cidade de Urbino em 6 de abril de 1483 e morreu na cidade de Roma no dia 6 de abril de 1520. Destacou-se principalmente nas áreas da pintura e arquitetura. Sua arte foi reconhecida graças a suavidade e perfeição de suas obras.
 
Biografia resumida
 
- Aos seis anos de idade, o pai de Rafael o levou para ser aprendiz no estúdio de Pietro Perugino (importante pintor italiano).
 
- Em 1501 termina sua primeira obra, um altar para a Igreja de San Nicola da Tolentino.
 
- Em 1504, Rafael pinta sua principal obra de sua primeira fase artística: O Casamento da Virgem.
 
- Foi morar na cidade de Siena no ano de 1504. Logo após, foi morar na cidade de Florença, onde passou quatro anos.
 
- Em Florença, recebeu grande influência artística de Fra Bartolomeu e Leonardo da Vinci.
 
- Em 1508, o papa Júlio II contratou os serviços artísticos de Rafael para que fizesse a decoração dos apartamentos do papa no Vaticano.
 
- Em 1515, tornou-se arquiteto oficial do Vaticano. Assumiu a responsabilidade pela continuação das obras na Basílica de São Pedro. Neste mesmo ano foi designado para supervisionar as pesquisas arqueológicas que ocorriam na cidade de Roma.
 
- Entre 1513 e 1517, trabalhou para o papa Leão X. Nesta época produziu muitos retratos, desenhos de tapeçaria, cenografias e decorações sacras.
 
- Rafael morreu com 37 anos de idade, no ano de 1520. Relatos da época indicam que o pintor estava com uma grave febre.
 
Principais obras de Rafael:
 
- Bandeira de procissão com a Santíssima Trindade
- Ressureição de Cristo
- Deus Pai
- Abençoada Virgem Maria
- Anjo
- A Virgem com o Menino
- São Sebastião
- Retrato de um Homem
- A Coroação da Virgem
- A Anunciação
- Adoração dos Magos
- A Apresentação no Templo
- Madona Connestabile
- Madona com o Menino
- O Casamento da Virgem
- São Jorge e o Dragão
- As Três Graças
- Visão de um Cavaleiro
- Madona e o Menino no Trono com Santos
- São Miguel
 
 
 Pablo Picasso
Biografia, obras e estílo artístico
 
O artista espanhol Pablo Picasso (25/10/1881-8/4/1973) destacou-se em diversas áreas das artes plásticas: pintura, escultura, artes gráficas e cerâmica. Picasso é considerado um dos mais importantes artistas plásticos do século XX.
 
 Nasceu na cidade espanhola de Málaga. Fez seus estudos na cidade de Barcelona, porém trabalhou, principalmente na França. Seu talento para o desenho e artes plásticas foi observado desde sua infância.
 
Suas obras podem ser divididas em várias fases, de acordo com a valorização de certas cores. A fase Azul (1901-1904) foi o período onde predominou os tons de azul. Nesta fase, o artista dá uma atenção toda especial aos elementos marginalizados pela sociedade. Na Fase Rosa (1905-1907), predomina as cores rosa e vermelho, e suas obras ganham uma conotação lírica. Recebe influência do artista Cézanne e desenvolve o estilo artístico conhecido como cubismo. O marco inicial deste período é a obra Les Demoiselles d'Avignon (1907) , cuja característica principal é a decomposição da realidade humana.
 
 Em 1937, no auge da Guerra Civil Espanhola ( 1936-1939), pinta seu mural mais conhecido: Guernica. Esta obra já pertence ao expressionismo e mostra a violência e o massacre sofridos pela população da cidade de Guernica.
 
 Na década de 1940, volta ao passado e pinta diversos quadros retomando as temáticas do início de sua carreira. Neste período, passa a dedicar-se a outras áreas das artes plásticas: escultura, gravação e cerâmica. Já na década de 1960, começa a pintar obras de artes de outros artistas famosos: O Almoço Sobre a Relva de Manet e As Meninas do artista plástico Velázquez, são exemplos deste período.
 
Já com 87 anos, Picasso realiza diversas gravuras, retomando momentos da juventude. Nesta última fase de sua vida, aborda as seguintes temáticas: a alegria do circo, o teatro, as tradicionais touradas e muitas passagens marcadas pelo erotismo. Morreu em 1973 numa região perto de Cannes, na França.
 
Principais obras de Picasso:
 
- Auto-retrato
- Absinto (Rapariga no café)
- A morte de Casagemas
- Evocação - O funeral de Casagemas
- Velho guitarrista cego
- Miseráveis diante do mar
- A Vida
- Mulher passando a ferro
- "Les Demoiselles d'Avignon"
- Retrato de Suzanne Bloch
- O ator
- Auto-retrato com capa
- Garçon à la pipe (Rapaz com cachimbo)
- Fernanda com um lenço preto
- Vasilhas
- Mulher com leque
- Jovem nu (Jovem rapaz com braços levantados)
- Banho
- Les Demoiselles d'Avignon
- Três Mulheres
- Composição com crânio
- Garrafa, jarra e frutas
- Mulher loira
- Minotauro, bebedor e mulheres
- Guernica
- Vaso sobre a mesa
- O tomateiro
- Mulher sentada num cadeirão
- Arlequim com baton
- Busto de mulher
- Lagosta e gato
- Nude, Green Leaves and Bust
 
Frases de Picasso
 
- "Paul Cézenne é o pai de todos nós".
 
- "Não se pode criar nada sem a solidão".
 
- "Não se consegue convencer um rato de que um gato pode trazer boa sorte".
 
- "A inspiração existe, porém temos que encontrá-la trabalhando."
 
- "A qualidade de um pintor depende da quantidade de passado que traz consigo."
 
 
 Michelangelo Buonarroti
Biografia de Michelangelo, grande representante das artes plásticas do Renascimento Italiano, obras de Michelangelo, Renascimento Cultural , afrescos da Capela Sistina, Davi, Pietá, mecenas e mecenato, esculturas, afrescos, pinturas e quadros.
 
Introdução
 
Miguel Ângelo di Lodovico Buonarroti Simoni, nasceu na cidade de Capresse, Itália, no dia 6 de março de 1475. Porém, o artista passou parte de sua infância e adolescência na cidade de Florença.
 
Biografia e obras
 
Como grande parte dos pintores e escultores da época, Michelangelo começou a carreira artística sendo aprendiz de um grande mestre das artes. Seu mestre, que lhe ensinou as técnicas artísticas, foi Domenico Girlandaio. Após observar o talento do jovem aprendiz, Girlandaio encaminhou-o para a cidade de Florença, para aprender com Lorenzo de Médici. Na Escola de Lorenzo de Medici, Michelangelo permaneceu por 2 anos (1490 a 1492). Em Florença, recebeu influências artísticas de vários pintores, escultores e intelectuais da época, já que a cidade era um grande centro de produção cultural.
 
Foi morar em 1492 na cidade italiana de Bolonha, logo após a morte de Lorenzo. Ficou nesta cidade por 4 anos, já que em 1496 recebeu um convite do cardeal San Giorgio para morar em Roma. San Giorgio tinha ficado admirado com a escultura em mármore Cupido, que havia comprado do artista. Nesta época, criou duas importantes obras, com grande influência da cultura greco-romana: Pietá e Baco. Ao retornar para a cidade de Florença, em 1501, cria duas outras obras importantes: Davi (veja imagem acima) e a pintura a Sagrada Família.
 
No ano de 1503, o artista recebeu um novo convite vindo de Roma, de Júlio II. Foi convocado para fazer o túmulo papal, obra que nunca terminou, pois constantemente era interrompido por outros chamados e tarefas. Entre os anos de 1508 e 1512 pintou o teto da Capela Sistina no Vaticano, sendo por isso comissionado por Leão X (veja abaixo a definição de mecenas). Neste período também trabalhou na reconstrução do interior da Igreja de São Lourenço em Florença.
 
Entre os anos de 1534 e 1541, trabalhou na pintura O Último Julgamento, na janela do altar da capela Sistina. Em 1547 foi indicado como o arquiteto oficial da Basílica de São Pedro no Vaticano.
 
Morreu em 18 de fevereiro de 1564, aos 89 anos de idade na cidade de Roma. Até os dias de hoje é considerados um dos mais talentosos artistas plásticos de todos os tempos, junto com outros de sua época como, por exemplo, Leonardo da Vinci, Rafael Sanzio, Donatello e Giotto di Bondone.
 
* Mecenas = pessoas ricas e poderosas da época que investiam nas artes como forma de conseguir reconhecimento e status perante a sociedade. Geralmente eram príncipes, burgueses, bispos, condes e duques. Foram importantes para o desenvolvimento das artes plásticas e da literatura na época do Renascimento Cultural, pois injetaram capital nesta área. A burguesia, classe social em ascensão e que lucrava muito com seu trabalho voltado para o comércio, viu no mecenato uma forma de alcançar o status da nobreza.
 
Relação das principais obras de Michelangelo:
 
- Afrescos do teto da Capela Sistina
 
- A criação de Adão
 
- Julgamento Final
 
- Martírio de São Pedro
 
- Conversão de São Paulo
 
- Cúpula da Basílica de São Pedro
 
- Esculturas: Davi, Leda, Moisés e Pietá
 
- Retratos da família Médici
 
- Livro de poesias: Coletânea de Rimas
 
- A Madona dos degraus (relevo)
 
Frases de Michelangelo:
 
- "O amor é a asa rápida que Deus deu à nossa alma para que ela voe até o céu."
 
- "Bem vindo é o sono, mais bem vindo o sono de pedra
Enquanto crime e vergonha continuam na Terra; Minha sorte feliz, não ouvir ou ver; Não me acordem - por piedade, sussurem baixo."
 
 
 
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